


O objetivo deste curso é ajudar o nosso povo a compreender este assunto que para muitos é mistério – o mistério da fé. Seria bom que aqueles que possuem algum conhecimento sobre a fé deixassem de lado o que sabem e, numa atitude sem preconceitos, examinassem conosco as Escrituras como se estivessem iniciando esta caminhada. Não devemos tentar misturar este ensinamento com outro que nos tenha sido ministrado em qualquer outra parte. Isto, além de não ajudar em nada, irá complicar as coisas. Coloque de lado o que você sabe sobre a fé e, no final do curso, faça uma avaliação; se aquilo que você aprendeu neste curso for considerado como bom, jogue fora, então, a velha bagagem. Se o que ministramos você considerar como ineficaz ou como de pouco valor, desconsidere-o e volte a praticar o que antes conhecia.
Na verdade, nós vamos aprender algo novo: Deixar de praticar a fé da sorte para praticar a fé real. Vamos entender o que realmente significa crer em Deus, como enfrentar as situações e sair vencedor, como ter, usar e desfrutar tudo o que Cristo conquistou para nós.
UMA AUTOVALORIZAÇÃO
Primeiro de tudo, é preciso que você tenha uma autovalorização da sua pessoa. É ensinado em todas as partes que nós não valemos nada para Deus, que somos seres sem a mínima expressão diante dEle, e que somente por misericórdia é que Ele nos salva. Veja bem: todos crêem que Jesus pagou um alto preço para nos resgatar, o que é verdade. Mas, se o preço pago foi alto, é porque temos um alto valor para o Senhor Deus. Não se paga tanto por aquilo que tem pouco valor.
PRIMEIRA LIÇÃO
Nesta nossa primeira lição sobre a fé vamos aprender o que é determinação.
Em João 14.13, temos a seguinte promessa do Senhor Jesus: E tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho.
Segundo os entendidos na língua grega esta palavra pedirdes está mal traduzida. Teria sido melhor determinardes. Então, aqui está a primeira lição. Não precisamos pedir a bênção e sim determinar, exigir, mandar, ou seja: tomar posse daquilo que aprendemos pela Palavra que nos pertence.
Há muita coisa nova que vamos aprender nestas lições sobre a fé, e sempre que aprendemos algo, devemos colocar logo em prática. Não devemos ser lerdos em tomar posse daquilo que é nosso. Quando o Senhor nos dá uma revelação, junto a ela Ele nos dá a bênção.
COM VOCÊ TAMBÉM
A partir de agora, não precisamos mais orar pedindo a cura, a prosperidade ou a vitória sobre as tentações. Mas, determinar ou exigir que o mal saia da nossa vida. Na cidade de Catanduva, no interior de São Paulo, um senhor me procurou para contar o que lhe aconteceu com a sua criação de porcos e galinhas, que estava morrendo. Disse-me que todos os dias tinha que enterrar pelo menos uma criação. Segundo o seu relato, ele já havia feito tudo o que sabia para tentar salvar a sua criação, que era o seu ganha-pão.
Aí, numa manhã, ele ligou a televisão e ouviu-me falar sobre a determinação. E, mesmo sem muita orientação, o que na verdade é desnecessário, abriu a porta da cozinha e foi ao quintal, onde gritou com a mão levantada: “Aqui não vai morrer mais nem porco nem galinha, em Nome de Jesus.” Três meses depois desta sua determinação, ele veio a uma reunião que realizei naquela cidade e contou-me com lágrimas a rolar pela face que nenhuma criação havia morrido mais no seu sítio.
É fácil. Pode e deve ocorrer também com você. Quem nos garante é o próprio Senhor Jesus (João 14.13).
APRENDENDO A DETERMINAR
Determinar é marcar tempo, fixar, definir, prescrever, ordenar, estabelecer, decretar e decidir.
Quantas pessoas passam o tempo todo sofrendo, enquanto oram pedindo a Deus que as cure, solucione os seus problemas, salve os pecadores e faça uma porção de coisas? Não sabem que na verdade é o Senhor que tem estado o tempo todo esperando que elas determinassem para que Ele pudesse fazer a obra.
DETERMINAR É EXIGIR DE QUEM?
É claro que não podemos exigir de Deus. Não podemos mandar que Deus faça isto ou aquilo. Ele é o Senhor e nós servos. Mas, determinar não é ordenar a Deus e sim ao diabo que tire de nós suas garras e desapareça de nossas vidas, de nosso dinheiro e de nossas famílias. Determinar é obedecer ao Senhor. Quando agimos assim, descobrimos que este é o modo de fazer o inimigo nos obedecer.
Quando determinamos em o Nome de Jesus, o poder de Deus entra em ação realizando aquilo que queremos.
A SIMPLICIDADE DAS COISAS DE DEUS
Pode parecer simples, mas este é o meio mais rápido e seguro de recebermos as bênçãos do Senhor. Quando começamos a agir por este método de Deus, não somente obedecemos ao Senhor, mas aprendemos que ele realmente funciona.
Eu creio que Deus não fez nada complicado. Os homens, sim, é que complicam o que fazem e tentam complicar também as coisas de Deus. Deus na realidade quis que as coisas espirituais fossem assim para que até as crianças, os débeis mentais e gente com raciocínio difícil pudessem receber as Suas bênçãos. As coisas de Deus são sempre simples e descomplicadas.
UM DESAFIO PARA QUEM CRÊ
Se você determinar em o Nome de Jesus, você pode estar certo de que a sua ordem não falhará. As palavras de Jesus não poderão passar, ainda que o céu e a terra passem. Veja Mateus 24.35.
Quando agimos sobre a Palavra de Jesus, podemos ter certeza da vitória.
Por mais difícil e desanimadora que a situação possa parecer, usemos a nossa fé e soltemos a declaração do que cremos, determinando o que quisermos. Após termos determinado, podemos descansar, mesmo que os sintomas permaneçam e tudo pareça atestar que não conseguiremos.
VOCÊ É QUEM REALIZA A OBRA DE DEUS
Agora que você sabe que é você quem determina, quem fixa os limites, quem diz o que terá ou não, pare de orar chorando, de se lamentar, suplicando que Deus, na Sua bondade, lembre-se de você.
Comece a se alegrar na presença do Altíssimo. Ore, sim, não para mendigar a bênção, mas para agradecer por ela, para dizer ao Senhor quão feliz você se encontra ao saber que tudo o que você determinar Ele mesmo fará por você.
Agora é como se Deus estivesse lhe mostrando as suas reais possibilidades nEle. É exatamente isto que Ele está fazendo. Você é de Deus, recriado em Cristo Jesus para o sucesso, para uma vida plena, para determinar o que quiser e vencer.
Confesse: Posso todas as coisas naquele que me fortalece (Fp 4.13).
EXEMPLOS DE PESSOAS QUE DETERMINARAM
Na Bíblia encontramos inúmeros exemplos de pessoas que determinaram, se bem que talvez pouco conhecessem este termo, e foram bem sucedidas. Podemos destacar o caso do apóstolo Paulo na cidade de Listra: E estava assentado em Listra certo varão leso dos pés, coxo desde o ventre de sua mãe, o qual nunca tinha andado. Este ouviu falar Paulo, que, fixando nele os olhos, e vendo que tinha fé para ser curado. Disse em voz alta: Levanta-te direito sobre teus pés. E ele saltou e andou (At 14.8-10).
Como podemos observar, Paulo não orou para que este cidadão fosse curado. Ele determinou a sua cura. Podemos citar ainda o caso de Josué ordenando que o sol e a lua se detivessem, fazendo com que aquele dia se espichasse por quase mais um dia (Js 10.12).
E, no dia seguinte, quando saíram de Betânia, teve fome.
E, vendo de longe uma figueira que tinha folhas, foi ver se nela acharia alguma coisa; e, chegando a ela, não achou senão folhas, porque não era tempo de figos.
E Jesus, falando, disse à figueira: Nunca mais coma alguém fruto de ti. E os seus discípulos ouviram isto.
…E eles, passando pela manhã, viram que a figueira se tinha secado desde as raízes.
E Pedro, lembrando-se, disse-lhe: Mestre, eis que a figueira, que tu amaldiçoaste, se secou.
E Jesus, respondendo, disse-lhes: Tende fé em Deus.
Porque em verdade vos digo que qualquer que disser a este monte: Ergue-te e lança-te no mar; e não duvidar em seu coração, mas crer que se fará aquilo que diz, tudo o que disser lhe será feito (Mc 11.12-14, 20-23).
Este texto nos fornece inúmeras lições.
A FÉ QUE NUNCA REMOVEU MONTANHAS
Durante séculos, milhares de pessoas têm encontrado inspiração nesta narrativa. Também foi deste relato que alguém, sem ter o trabalho de verificar bem, cunhou a célebre frase: “A FÉ REMOVE MONTANHAS.” Frase bonita, conhecida em todo o mundo. Crida e recitada por milhões de pessoas e até mesmo pêlos inimigos da fé cristã. Frase que não aguenta o menor confronto com a Escritura – por ser mentirosa.
Lembro-me bem de quando disse aos nossos pastores que a fé não removia montanhas. Eles se entreolharam e depois, numa atitude de espanto, me perguntaram: “Como é que é?” O mesmo sempre acontece quando, em nossas igrejas, eu digo ao povo que a fé não remove montanhas. É compreensível este espanto, e, na verdade, esta é uma das razões por que tanta gente com tanta fé não recebe praticamente nada de Deus.
Nesta história, relatada por Marcos, vamos estudar os versículos 22 e 23 do capítulo 11. Neles encontraremos OS CINCO PASSOS DA VITÓRIA.
1° Passo: TER FÉ EM DEUS
E Jesus, respondendo, disse-lhes: Tende fé em Deus (Mc 11.22). A nossa fé tem que estar só em Deus. Muitos crêem em Deus e também em outras coisas. Alguns na sua igreja, outros no pregador, na virgem Maria, em algum santo, em lugares especiais, e há certas pessoas que chegam ao absurdo de fazer peregrinações a cemitérios para colocar a mão no túmulo de alguém que morreu injustiçado e que, segundo elas, estaria operando milagres. Estas pessoas jamais conseguirão ter fé em Deus; pois, a fé vem por ouvir a Palavra de Deus(Rm 10.17). E quem age desta maneira, além de não estar ouvindo a Deus, está praticando exatamente o que a Bíblia condena.
A Palavra de Deus nos informa o que é fé: A fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem (Hb 11.1). Quando damos ouvidos à Palavra de Deus, aparece no nosso espírito uma certeza de que aquilo que a Palavra revela nos pertence. Isto é o que é fé. É esta a fé que precisamos ter em Deus.
A nossa fé tem que estar em Deus, só nEle. Ele não aceita dividir a Sua glória com nenhum outro. Eu sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória pois a outrem não darei, nem o meu louvor às imagens de escultura (Is 42.8).
2° Passo: FALAR AO MONTE
… Qualquer que disser a este monte… (Mc 11.23). Nós temos que falar ao monte, ao problema, à miséria, à doença, à dor, que saiam de nossa vida. O que remove montanhas é a nossa palavra.
Eu mesmo tenho que confessar que preguei muitas vezes dizendo que a fé removia montanhas. Eu havia aprendido a falar assim; tinha ouvido os maiores pregadores do mundo assim se expressarem. Desta forma, tenho que pedir publicamente perdão por esta mentira que ensinava, pois a fé nunca removeu um só grão de areia. O que remove montanhas é a palavra. A Palavra de Deus? Não, a nossa.
É claro que a fé é necessária. Ela é o primeiro passo para a vitória. Mas, se alguém der o primeiro passo e não der o segundo, a obra não será feita. Após termos fé em Deus, temos que falar à montanha.
Costumo exemplificar assim: “A fé é o combustível, a palavra é o veículo. Nenhum veículo anda sem combustível e nenhum combustível remove montanhas”.
Deus é um Deus de fé, isto é: Ele possui toda a fé, Ele é perfeito. No entanto, no início, quando o Senhor criou os céus e a terra, Ele não ficou dizendo para Si mesmo que tinha fé para criar o que quisesse e que assim, numa hora dessas, criaria uma porção de coisas. Ao contrário, diz a Bíblia que Ele, o Senhor, agiu segundo estes princípios que estamos estudando. E disse Deus… e o resultado nós conhecemos.
3º Passo: NÃO DUVIDAR EM SEU CORAÇÃO
… e não duvidar em seu coração… (Mc 11.23).
Aqui está praticamente a chave de tudo. Você pode ter fé em Deus, falar ao problema que saia da sua vida e esperar que assim aconteça. Mas, se lá no fundo do seu coração, no íntimo do seu espírito, você duvidar, pode esquecer o que você determinou.
Tenho observado que sempre que peço algo ao Senhor, ou quando determino que algo aconteça e não recebo, é porque lá no meu íntimo eu duvidava.
Duvidar no coração é uma declaração interior de que realmente não cremos naquilo que estamos fazendo. A mente pode estar muito bem sugestionada de todos os modos possíveis, mas, se o nosso coração duvidar, nada iremos receber.
4° Passo: CRER QUE SE FARÁ AQUILO QUE DIZ
… mas crer que se fará aquilo que diz… (Mc 11.23).
Esta é a consequência natural do terceiro passo. Se não duvidamos no coração, devemos crer. E, quem crê, se expressa. Observe que aqui Jesus não está dizendo que devemos crer que receberemos aquilo que pedimos ou oramos, mas, sim, o que dizemos. Muitos dizem que crerão quando receberem a bênção ou virem algum sinal. Esta não é a fórmula bíblica para recebermos as bênçãos, pois, se alguém vê, não precisa crer. Se quisermos receber o que a Bíblia promete, temos que agir conforme as normas
estabelecidas na Palavra de Deus. Temos que crer que se fará o que falamos.
Podemos dizer que crer é lutar contra as evidências. Crer também significa acreditar que já está sendo feito aquilo que determinamos.
5º Passo: TUDO QUE DISSER LHE SERÁ FEITO
… tudo o que disser lhe será feito (Mc 11.23).
Este passo não é nosso, é do Senhor.
Vamos recordar a nossa parte no processo do recebimento das bênçãos. Primeiro, temos que ter fé, a certeza das coisas que se esperam, em Deus – só nEle (ela vem por ouvir a Palavra de Deus). A seguir, devemos nos dirigir ao problema e, com voz de autoridade, ordenar que saia de nossa vida. Ato contínuo, não podemos permitir que o nosso coração duvide. Em seguida, precisamos crer que aquilo que falamos nos será feito e, então, teremos a obra feita. Por quem? Certamente será pelo poder de Deus.
A NOSSA POSIÇÃO DE FILHOS DE DEUS
A nossa posição como filhos de Deus é altamente privilegiada. Somos nós que fazemos a diferença. A bênção de que precisamos não depende mais do Senhor e, sim, de nós. É diferente, não é? Pois bem, a nossa responsabilidade aumenta na proporção em que aprendemos a Verdade. Agora que sabemos como fazer o poder de Deus agir
No mundo jurídico, ouve-se constantemente a seguinte advertência: a lei não socorre a quem dorme.
Posso afirmar que na vida espiritual o mesmo ocorre. Se você não conhece os seus direitos em Cristo, ou se os conhece, mas não os reivindica, você não será socorrido, mesmo que seja considerado por muita gente como um cristão exemplar.
Acredito que isto explique por que tanta gente vive sofrendo, doente, passando privações financeiras e todo o tipo de apertos.
Nesta lição, veremos os nossos direitos às bênçãos, e como fazer para exercê-los.
Oro para que o Espírito Santo o fortifique e o esclareça, dando-lhe condições de exercer o mais elementar dos direitos, que é o de viver a vida abundante trazida pelo Senhor Jesus.
Quem aprende a tomar posse das bênçãos, a assumir os seus direitos, chega à conclusão de que, para ter o que lhe pertence, orar chega a ser desnecessário, pois basta determinar, seguindo a explicação dada por Jesus nos cinco passos para a vitória (Veja Mc 11.22,23).
Que, a partir desta lição, o Senhor Deus transforme a sua vida, fazendo com que você exerça o seu direito a todas as bênçãos, é a minha oração.
Em Cristo, R. R. Soares
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Para que a nossa vida cristã seja próspera, precisamos aprender quais são os nossos direitos, o que nos pertence e o que o Senhor Jesus fez para nós na Sua morte.
A idéia generalizada no seio da Igreja é que é Deus quem faz os milagres. O que é completamente verdadeira. Mas, ao estudarmos mais profundamente este assunto, veremos que, de fato, Deus já fez a parte dEle; agora somos nós que temos de fazer a nossa. Como? Exercendo os nossos direitos. Se não fizermos a nossa parte, o Senhor não a fará por nós. Por isso, é muito importante conhecer os nossos direitos.
Se você não souber que alguma coisa lhe pertence, nunca terá fé e coragem suficiente para reivindicá-la. Por outro lado, se sabemos pela Palavra de Deus que alguma coisa nos pertence, nem precisamos esperar por mais nada; basta dar a ordem determinando em o Nome de Jesus e o poder de Deus realizará aquilo que determinamos.
Há muita gente que precisa fazer uma verdadeira mudança em suas mentes e corações. Por anos foram ensinadas a temer a um Deus bravo, irado e que está sempre pronto a lançá-las no inferno. Elas O servem por medo. Estas pessoas precisam aprender que as Escrituras afirmam que o nosso Deus é amor (1 Jo 4.8) e que Jesus, nosso Senhor, é manso e humilde de coração.
Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas (Mt 11.29).
Precisam aprender também que usar a famosa frase ” Se for a tua vontade”, na oração, é simplesmente demonstrar ignorância completa sobre o que a Palavra de Deus diz em relação à bênção que está sendo pedida.
SE FOR A TUA VONTADE
Na Bíblia temos registro de apenas uma pessoa que orou demonstrando não saber se era a vontade de Deus curá-la ou não. Era o pobre leproso, em Mateus capítulo oito, a quem o Senhor prontamente lhe respondeu: Quero, sê limpo.
Dizer a Deus que a bênção que você está pedindo deverá lhe ser dada se for da vontade dEle é o mesmo que Lhe dizer que você não sabe se Ele realmente é um Pai que se interessa pelo seu bem, pois pode ser que Ele o ame só de palavras, mas quer que você tenha um cancerzinho, uma tuberculosezinha, ou que viva na miséria. Que tipo de Pai é Deus para você?
O Senhor Jesus nos retratou o Pai da seguinte maneira:
E qual dentre vós é o homem que, pedindo-lhe pão o seu filho, lhe dará uma pedra? E, pedindo-lhe peixe, lhe dará uma serpente? Se, vós pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará bens aos que lhos pedirem? (Mt 7.9-11).
O DIREITO DE DESFRUTAR AS BÊNÇÃOS
Para que entendamos bem que desfrutar todas as bênçãos constitui um direito nosso, vamos aprender primeiramente a diferença entre uma promessa e uma declaração de um fato.
1° – PROMESSA: É algo prometido. Na Bíblia temos inúmeras promessas que o Senhor Deus fez para nós e que algum dia Ele irá cumpri-las. Ex: A segunda vinda de Jesus.
2° – DECLARAÇÃO DE UM FATO: É algo que Deus declara que Ele já fez. Ex: A salvação, a cura divina, etc.
Vamos deixar as promessas de Deus para outro estudo e passemos a considerar só a declaração de um fato. Elas constituem um direito nosso.
Quando digo que temos direito de desfrutar saúde, viver afastado de pecados e prosperar, não estou me baseando em alguma promessa do Senhor. É claro que na Bíblia existem várias promessas de Deus de curar o Seu povo, principalmente o judeu, que antes da vinda de Jesus era o povo dEle, bem como promessas acerca da fidelidade do dízimo e várias outras. Mas, estou me referindo a certas declarações que o Senhor Deus fez na Bíblia Sagrada, que nos garantem que as bênçãos nos pertencem.
Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo (Ef 1.3).
Visto como o seu divino poder nos deu tudo o que diz respeito à vida e piedade, pelo conhecimento daquele que nos chamou por sua glória e virtude (2 Pe 1.3).
Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniqüidades: o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados (Is 53.4,5).
Aqui está claro que todas as bênçãos de que precisamos ou de que venhamos precisar já nos foram dadas. Ora, se alguém lhe declara que algo que era dele agora lhe pertence, você tem então o direito de reivindicar aquilo. É exatamente assim que se recebem as bênçãos do Senhor, sejam elas: cura, perdão, prosperidade ou quaisquer outras. Todas elas nos foram dadas.
Em relação à cura, vamos observar a declaração do Senhor, feita por intermédio do profeta Isaías: Pelas suas pisaduras fostes sarados. Na mente do Senhor, nós já fomos curados. Ele considera como fato consumado a obra de Cristo, em que Ele levou sobre Si mesmo as nossas doenças e dores. Então, não temos que levá-las mais. Tudo já foi feito. Logo, temos um direito legal de desfrutar saúde. O mesmo se dá em relação à prosperidade e a quaisquer outras bênçãos. Diz a Palavra que Jesus se tornou maldição em nosso lugar para que tivéssemos acesso às bênçãos de Abraão: Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro. Para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios por Jesus Cristo, e para que pela fé nós recebamos a promessa do Espírito (Gl 3.13,14).
COMO EXERCER ESTE DIREITO
Todo e qualquer direito não reclamado é direito inexistente. Ler estes versículos e dizer que acredita neles sem colocá-los em prática ou exigir o cumprimento deles é o mesmo que dizer a Deus que não temos absolutamente um só pingo de fé nEle.
Exercer o direito é tomar uma atitude. Se Deus assim se expressa, declarando que já fomos sarados pelas feridas de Jesus, isto é verdade e assim tem que acontecer na nossa vida.
Exercer o direito é dizer ao diabo que já sabemos que acabou o cativeiro dele na nossa vida e que, a partir de agora, não mais permitiremos que ele nos ataque e nos destrua. É dar um basta no sofrimento.
EXERÇA O SEU DIREITO
Antes de voltar aos céus, de onde viera, o Senhor Jesus nos deu ordens para que, no Nome dEle, continuássemos a fazer a obra que Ele havia começado.
A vinda de Jesus foi o raiar de uma nova era para a humanidade. O homem estava condenado ao suplício eterno e a sofrer, ainda aqui neste mundo, todas as doenças e males que o diabo havia criado.
O Senhor Jesus começou a Sua missão nos ensinando qual era a vontade de Deus para o ser humano. Até então, acreditava-se que os sofrimentos faziam parte da punição de Deus pêlos erros praticados. Mas, o nosso Cristo mostrou que sofrer era a vontade do diabo.
Em todos os lugares, Ele não só ensinava qual era a vontade de Deus, como a fazia ser realizada: sempre estava curando os enfermos e expulsando os demônios.
Agora, prestes a partir, Ele reúne os Seus discípulos e lhes ordena que continuem a Sua obra. Para tanto, Ele lhes dá a faculdade de usar o Seu Nome para fazer o mesmo que Ele fazia. Graças a Deus por isto!
Aprenda nesta lição que o Nome de Jesus é a nossa suprema autoridade. Passe a ser um vencedor, entendendo como usar este Nome e saiba por que alguns fracassam.
Ele disse: Assim como Tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo (Jo 17.18).
Em Cristo, R.R. Soares
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A vinda de Jesus foi o raiar de uma nova era para a humanidade. O homem estava condenado ao suplício eterno e a sofrer, ainda aqui neste mundo, todas as doenças e males que o diabo havia criado.
O Senhor Jesus começou a Sua missão nos ensinando qual era a vontade de Deus para o ser humano. Até então, acreditava-se que os sofrimentos faziam parte da punição de Deus pêlos erros praticados. Mas, o nosso Cristo mostrou que sofrer era a vontade do diabo.
Em todos os lugares, Ele não só ensinava qual era a vontade de Deus, como a fazia ser realizada: sempre estava curando os enfermos e expulsando os demônios.
Agora, prestes a partir, Ele reúne os Seus discípulos e lhes ordena que continuem a Sua obra. Para tanto, Ele lhes dá a faculdade de usar o Seu Nome para fazer o mesmo que Ele fazia. Graças a Deus por isto!
Aprenda nesta lição que o Nome de Jesus é a nossa suprema autoridade. Passe a ser um vencedor, entendendo como usar este Nome e saiba por que alguns fracassam.
Ele disse: Assim como Tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo (Jo 17.18).
Em Cristo, R.R. Soares
Toda pessoa que quiser ve ncer as batalhas da vida precisa fazer um estudo intensivo do poder e da autoridade que há no Nome de Jesus. Precisa descobrir o entendimento que os heróis da fé possuíam desse Nome. O que realmente significa para nós, hoje, usar o Nome do nosso Salvador e Senhor.
Em João 14.13, o Senhor Jesus assim se expressou: E tudo quanto pedirdes em meu Nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Aqui Ele não está falando propriamente de oração como nós a conhecemos; mas, sim, sobre determinar, exigir, mandar (segundo os estudiosos da língua grega, idioma este em que o Novo Testamento foi escrito).
Usar o Nome de Jesus para o cristão deve ser algo tão comum como qualquer outro ato. Deve ser um uso constante e contínuo. Pedro e João andaram com Jesus e, certamente, estavam presentes quando o Senhor lhes disse que o que determinassem em Seu Nome, Ele o faria. Diz a Escritura, em Atos 3.1-9, o seguinte:
E Pedro e João subiam juntos ao templo à hora da oração, a nona. E era trazido um varão que desde o ventre de sua mãe era coxo, o qual todos os dias punham à porta do templo, chamada Formosa, para pedir esmola aos que entravam. O qual, vendo a Pedro e a João, que iam entrando no templo, pediu que lhe dessem uma esmola. E Pedro, com João, fitando os olhos nele, disse: Olha para nós. E olhou para eles, esperando receber deles alguma coisa. E disse Pedro: Não tenho prata nem ouro; mas o que tenho isso te dou. Em Nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda. E, tomando-o pela mão direita, o levantou, e logo os seus pés e artelhos se firmaram. E, saltando ele, pôs-se em pé, e andou, e entrou com eles no templo, andando, e saltando, e louvando a Deus. E todo o povo o viu andar e louvar a Deus.
O que foi que aconteceu? Pedro e João sabiam que aquilo que determinassem em o Nome de Jesus, o próprio Jesus faria. Quando o mendigo lhes pediu esmola, aproveitaram a ocasião e usaram o Nome de Jesus. É interessante notar que eles não deram um sermão, dizendo-lhe que estava sofrendo porque esta era a vontade de Deus, nem lhe disseram nada mais a não ser a ordem para que, em Nome de Jesus, ficasse bom.
Quando tivermos aprendido que por meio do Nome de Jesus podemos ordenar o que quisermos, começaremos a desfrutar a vida que o Senhor planejou que tivéssemos. Estaremos assim assumindo a posição que o próprio Deus declara já nos pertencer.
No mundo espiritual, nada irá funcionar a nosso favor se não utilizarmos os recursos, o poder e a autoridade do Nome do nosso Redentor. Ao usarmos o Nome de Jesus, temos acesso a Deus, somos atendidos pelo poder celestial e, neste Nome, amarramos todas as forças diabólicas. Quando usamos este Nome sobre as doenças ou qualquer outro mal, podemos estar certos de que derrotamos o mesmo. Porém, às vezes os sintomas ainda perduram por um pouco de tempo, apesar do diabo ter sido derrotado. É uma de suas últimas tentativas. Algumas vezes, ele vem e cochicha no nosso pensamento e nós nem nos apercebemos de que é ele. Ele sugere: “Bem, esta doença é diferente… este caso é mesmo difícil… esta doença é para os médicos… basta tomar um remedinho e pronto… este problema não é tão grave assim, acho que posso carregá-lo…” O diabo é mestre em influenciar pessoas e enganar aqueles que não estão firmados na Palavra de Deus.
O NOME DE JESUS É A NOSSA SUPREMA AUTORIDADE
O Senhor Jesus nos deu o direito de usar o Seu Nome. Ele disse que em Seu Nome expulsaríamos demônios e, se colocássemos as mãos sobre os enfermos, eles seriam curados, além de outros sinais:
E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios… e porão as mãos sobre os enfermos, e os curarão (Mc 16.17,18).
Quando usamos o Nome de Jesus sobre a revelação da Palavra de Deus, o poder de Deus atende à nossa ordem, tal como atendia às ordens de Jesus. Usar o Nome de Jesus é agir como Seu procurador.
O poder e a autoridade que estão atrás do Nome de Jesus são o poder e a autoridade que o próprio Deus possui. O Senhor Jesus declarou que havia recebido todo o poder:
E chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra (Mt 28.18).
O Espírito Santo nos revela que este Nome é a suprema autoridade do universo.
Pelo que também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra. E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai (Fp 2.9-11).
Todos os seres da terra, do céu e do inferno têm que se dobrar diante deste Nome. Quando isto acontece? Quando nós O usamos exercendo o nosso direito, reivindicando qualquer coisa que a Palavra de Deus nos informa pertencer.
E SÓ USAR O NOME
Quando Ele nos deu o Seu Nome para que determinássemos o que quiséssemos, Ele sabia o que isto representaria. O Senhor sabia que pessoas como eu ou você estaríamos exigindo que o diabo e seus males deixassem as nossas vidas. Sabia ainda que alguém com uma doença incurável, um problema insolúvel, iria algum dia, em algum lugar, levantar-se e exigir a sua cura. Ele não somente sabia disto: Ele espera que toda e qualquer pessoa, com qualquer sofrimento, aja deste modo. Ele aguarda que você, que de alguma maneira tem sido atacado pelo diabo, se levante e tome uma posição agora mesmo. Agir de acordo com as orientações da Palavra não é bancar o mal-educado ou o rebelde: é ser simplesmente obediente ao Senhor. Rebeldia e falta de educação tem a pessoa que sabe que o Senhor ordenou que aja de tal modo e não o faz.
PASSE A SER VENCEDOR
Qualquer cristão pode passar da noite para o dia, de um momento para o outro, de dominado a dominador. Decida agora. Use o Nome de Jesus, agradeça ao Pai por esta posição espiritual e faça com que o diabo saiba que, de agora em diante, você é um vencedor.
No mundo espiritual, nada irá funcionar a seu favor enquanto você não fizer uso de suas prerrogativas como filho de Deus. Deus não pode fazer nada por você, se você não assumir a autoridade que lhe pertence em o Nome de Jesus.
POR QUE ALGUNS FRACASSAM?
Muitos fracassam por simplesmente deixar o diabo ter vitória na vida deles. Alguns são preguiçosos e não querem agir do modo que Deus estabeleceu. Outros começam bem e chegam a alcançar algumas vitórias, mas um dia o teste é mais severo, o problema parece mais difícil, o diabo faz uma oposição maior, e eles resolvem aceitar o fracasso.
Alguns chegam a dizer mais ou menos assim: “Bem, não é que eu tenha me esquecido de Jesus ou O tenha negado. Você entende, este problema estava difícil e o diabo fez uma oposição maior; bem, eu simplesmente não consegui… Mas acredito na Palavra de Deus… Tudo o que fiz foi só usar métodos humanos que o Senhor deixou para nós.” Estas pessoas nem percebem que na verdade negaram a Jesus, descreram nEle e fizeram pior que os incrédulos. Em Hebreus 10.38, o Senhor Deus nos revela o que acontece quando recuamos ou deixamos de viver da fé:
Mas o justo viverá da fé; e, se ele recuar, a minha alma não tem prazer nele (Hb 10.38).
COMO USAR O NOME DE JESUS
Jamais usaremos o Nome de Jesus com sucesso se não estivermos agindo sobre a revelação da Palavra de Deus. É preciso que se entenda que o nosso único elo de ligação com o Pai é através da Palavra. No mundo espiritual a nossa palavra sozinha é acatada como nada. Não era assim no início; o homem tinha autoridade para reinar aqui nesta vida, mas ao pecar, perdeu tudo. Quando Jesus venceu o inferno e expulsou o “príncipe” deste mundo, Ele conquistou para Si a autoridade que o homem perdera e recebeu ainda todo o poder tanto no céu como na terra. Agora Ele nos dá este sublime privilégio de usar o Seu Nome; mas, Ele nos adverte que sem Ele nós não faremos nada. Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer (Jo 15.5).
Não importa o problema pelo qual você esteja passando. Primeiro, e antes de tudo, procure meditar na Palavra de Deus. Ao recebê-La no coração, Ela lhe dará a fé – a certeza de que aquilo de que você precisa já lhe pertence. Então, você deve, sem vacilar, usar o Nome de Jesus, reivindicando o que lhe foi revelado.
Após usar o Nome de Jesus, creia que já foi atendido e considere a obra como feita, mesmo que os sintomas atestem o contrário.
A fórmula da oração.
Certo dia, os discípulos de Jesus ficaram maravilhados com a maneira como Ele orava. Um deles, imediatamente, pediu-lhe que os ensinasse a orar, assim como João Batista havia ensinado aos seus discípulos.
Orar de modo correto é o que fará a oração ser vitoriosa. Orar por orar não produz nenhum resultado. A oração só deve ser feita se for para ter sucesso.
Esta lição é sobre a fórmula da oração – a oração que deve ser feita para reverter uma situação considerada insolúvel.
Há que ter uma explicação para o fato de uns orarem e obterem o que desejam, enquanto outros oram e não conseguem resposta alguma. É na Palavra de Deus que vamos encontrar tal resposta.
Os heróis da fé conheciam os princípios que faziam as suas orações serem produtivas e operantes. Usando estes princípios, eles venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam a boca dos leões, apagaram a força do fogo, escaparam do fio da espada, da fraqueza tiraram forças, na batalha se esforçaram, puseram em fuga exércitos de estrangeiros, etc.
Que a partir desta lição não haja mais para você o dissabor de ter lutado e não ter conseguido, de ter orado e não ter obtido resposta. Que o Senhor possa sempre conduzi-lo em triunfo.
Em Cristo, R.R. Soares
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A oração é uma das coisas mais importantes da nossa vida. Ela é o recurso que temos nos momentos difíceis e dela todos os seres humanos fazem uso.
Apesar de tudo o que a oração é e representa para o cristão, são poucos os que sabem fazê-la. Quando os discípulos de Jesus viram que Ele obtinha sucesso em todas as suas orações, chegaram-se a Ele, e Lhe pediram que os ensinasse a orar. Certamente que existe uma maneira correta de fazer aquilo que Deus considera como oração. Os heróis da fé sabiam fazê-la, e, por isso, venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam a boca dos leões, apagaram a força do fogo, escaparam do fio da espada, da fraqueza tiraram forças, na batalha se esforçaram e puseram em fuga exércitos de estrangeiros. Sim, tudo isto e muito mais conseguiram, porque sabiam fazer aquilo que pelo Senhor é considerado como oração.
E você, já sabe fazer a oração que move a mão do Senhor e faz com que o poder celestial opere em seu favor? Há muita coisa boa esperando por você. Aprenda a fazer a oração da fé e passe a desfrutar do melhor desta vida.
Não vamos, nesta lição, estudar todos os tipos de orações, mas a fórmula da oração que devemos fazer para vencermos os males. Existe tal fórmula?
Sim. No livro de Isaías 43.26, está escrito:
Procura lembrar-me; entremos em juízo juntamente; apresenta as tuas razões, para que te possa justificar.
Temos aí nesta declaração de Isaías a fórmula da oração que nos fará vitoriosos.
1°-PROCURA LEMBRAR-ME
Ao entrarmos na presença do Senhor, devemos fazê-Lo saber que estamos ali porque somos Seus filhos, porque a Palavra dEle nos garante a bênção e porque acreditamos que Ele é poderoso para nos conceder a graça. Se quisermos ser atendidos em nossa petição, temos que entrar em Sua santa presença, lembrando-O de tudo aquilo que a Sua Palavra nos promete e garante nos pertencer.
Alguém poderá perguntar se Deus é esquecido. Poderá questionar que – desde que Ele é onisciente – Ele sabe tudo e, por isso, não precisamos lembrá-Lo. Ainda poderá argumentar que o próprio Senhor Jesus ensinou que o Pai sabe do que precisamos antes de Lhe pedirmos a bênção, pois foi assim que Jesus ensinou: …porque vosso Pai sabe o que vos é necessário antes de vós lho pedirdes (Mt 6.8).
Não é que o Senhor tenha estes ou quaisquer outros problemas, nem que existam contradições na Bíblia Sagrada. Isto nada tem a ver com o ensinamento de Jesus que acabamos de ver. O que realmente o Senhor quer dizer por lembrar-me, é o seguinte:
Quando vamos orar, nem sempre estamos desligados das coisas materiais que nos cercam. Muitas vezes, estamos tão rodeados pêlos problemas que não conseguimos nos concentrar, nos ligar em Deus, e a nossa oração fica vazia e destituída de fé, poder e autoridade e, por conseguinte, não recebemos o que pedimos ou determinamos.
Quando começamos a orar lembrando ao Senhor as Suas promessas, estamos na verdade fazendo mais bem a nós do que propriamente lembrando a Deus. Estamos como que “escovando” o nosso espírito, “lustrando” a nossa verdadeira pessoa – o nosso espírito. Ao lembrar ao Senhor tudo aquilo que nós conhecemos e cremos na Sua Palavra, estamos verdadeiramente de novo, ou pela primeira vez, dando ouvidos à Palavra de Deus; sabemos que é por dar ouvidos à Palavra que a fé vem ao nosso coração. Então, estamos fazendo, na verdade, um bem infinitamente maior à nossa própria pessoa.
Aqueles que usam este método sabem que isto é verdade, pois Deus não precisa de que nós O lembremos para que Ele próprio fique ciente de que nos havia prometido aquela bênção.
2° – ENTREMOS EM JUÍZO JUNTAMENTE
A oração é um julgamento. Uma batalha. Uma guerra. Ao entrarmos em oração, devemos fazê-la lembrando que estamos verdadeiramente entrando para decidir uma situação.
Deus diz que devemos entrar em juízo. Ninguém entra em juízo de qualquer maneira. Se levamos alguém a juízo, ou se somos levados por alguém, devemos nos preparar para a batalha. Certamente o nosso adversário vai usar de todos os meios e métodos imagináveis para ter vitória sobre nós. E nem sempre quem tem direito é quem ganha, mas sim quem consegue “provar” a sua “inocência” ou “razão”. Precisamos, então, nos preparar para entrarmos em juízo, e isto nos leva de volta ao primeiro passo que é o de lembrá-Lo.
Após termos “lembrado” ao Senhor, devemos entrar juntamente com Ele em juízo. Não podemos ir sozinhos nem tão pouco pedir a Deus que Ele vá por nós. Ele diz que temos que ir juntamente. A batalha é nossa e não do Senhor, e temos que fazer com Ele a nossa defesa e o nosso ataque.
Isso é certeza de vitória. Quando e onde foi registrado que Deus tenha perdido uma só batalha? Isto é simplesmente impossível de acontecer.
Entrar juntamente com o Senhor no julgamento é encontrar aquela promessa ou declaração que Ele faz a respeito da nossa posição diante daquela situação; e então, destemidamente, iniciar a oração, especificando o motivo dela – logicamente que usando o Nome de Jesus – e partir para cima do adversário, exigindo que ele e tudo o que é dele saiam de nossa vida, família e propriedade.
3° – APRESENTA AS TUAS RAZOES
Depois de termos lembrado ao Senhor o que somos e o que sabemos ser nosso direito, e de termos entrado juntamente com Ele em juízo, precisamos apresentar as nossas razões. Apresentar as nossas razões é fazer o mesmo que fazem os advogados quando estão defendendo alguém. Devemos conhecer o direito que a Palavra de Deus declara ser nosso, e aí, diante do Tribunal Supremo do Universo, que é a própria Palavra, erguer a nossa voz e não aceitar nenhum veredicto a não ser aquele que determinamos. Nesta hora, devemos ficar bem acordados e alerta, pois o inimigo vai tentar de todas as formas nos ludibriar. Às vezes, ele vem bem de mansinho, tentando passar-se pelo Senhor. Ele insinua que nós não merecemos as bênçãos, como se elas nos fossem dadas por merecimentos; e, se não conhecemos os meios pêlos quais elas nos são concedidas – pela graça, mediante a fé – nós podemos ser convencidos de que realmente não merecemos nada e aí teremos perdido tudo.
Como o demônio gosta de que vivamos na ignorância, que sejamos preguiçosos nas coisas espirituais e que não aprendamos aquilo que é nosso! Só assim ele poderá, na hora da nossa oração-julgamento, vir com as suas desculpas esfarrapadas e nos ludibriar. Muitas vezes, ele traz à memória um pecado que havíamos cometido há muito tempo, do qual já nos arrependemos, e, portanto, ele nem mais existe na memória do Senhor. Mas, por não estarmos afiados na Palavra, esquecemos que pecado confessado é pecado inexistente e, então, nos colocamos a confessá-lo de novo, assumindo uma posição de responsáveis por algo que já nem mais existe.
Veja bem a importância de conhecermos os nossos direitos, pois, a pessoa que não os conhece será facilmente enganada pelo maligno. Ela não terá condições de apresentar as suas razões e, assim, não conseguirá pleitear a sua causa, perdendo conseqüentemente a batalha. Lembre-se da lição n° 3, em que estudamos que direito não reclamado é direito inexistente. Você tem direito à bênção. O Senhor Jesus já venceu o diabo por você. Ele já levou as suas doenças para que você não tivesse que levá-las. A Bíblia garante que você é mais do que vencedor. Mas, se você não conhece as declarações da Bíblia que falam da sua posição diante de Deus, você não poderá apresentá-las no julgamento, e certamente ficará sem receber o cumprimento delas.
Quando estamos cientes dos nossos direitos – e isto podemos estar não pelo que desejamos, mas unicamente pelo que a Palavra de Deus afirma -, podemos estar certos de que aquilo que a Bíblia diz ser nosso é o que teremos; Deus não colocou qualquer declaração nas Escrituras só para enfeitá-las. Elas foram colocadas para que pudéssemos ter vida, e vida com abundância.
4° – PARA QUE TE POSSAS JUSTIFICAR
Aqui está claro que Deus não quer que brinquemos de oração nem que sejamos derrotados ao orar. O propósito da oração é que sejamos justificados, o que na linguagem bíblica significa: a vitória na oração.
Só mesmo alguém que desconhece a sua posição em Cristo e os seus direitos na presença de Deus será capaz de fracassar nas batalhas espirituais – tanto pelas bênçãos espirituais quanto físicas ou materiais.
Justificação é um termo próprio da justiça que significa não somente absolver, mas declarar alguém justo, como se esse jamais houvesse pecado em toda a sua vida. A justificação inclui mais do que o perdão dos pecados e a remoção da condenação, pois, no ato da justificação, Deus coloca o ofensor na posição de justo. O presidente da República, por ocasião do natal ou ano novo, pode indultar (perdoar) o criminoso; não pode, porém, reintegrá-lo na posição daquele que nunca desrespeitou a lei.
Ora, sem a justificação, que vem pela fé, jamais teremos paz com Deus. Se não tivermos paz com Ele, podemos esquecer: jamais seremos abençoados. Mas, graças a Deus que isso é possível. É para isso que Ele nos convida.
Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo. (RM 5.1)
Um dos assuntos mais sérios é a realidade espiritual. Existe um mundo diferente do material – o mundo espiritual. Nele há duas forças – o bem e o mal.
Nesta lição, vamos aprender a origem do ser que é o responsável por todos os sofrimentos e calamidades que existem no nosso mundo. É ele que faz com que milhares de pessoas vivam como se fossem bestas-feras, roubando do próximo, mentindo, traindo, estuprando crianças e indefesos.
Veremos o que foi que deu entrada no nosso planeta a este ser tão vil e desprezível, que, desde que aqui chegou, tem espalhado o ódio entre as pessoas e feito todo o tipo de pesadelo tornar-se realidade.
Mas, veremos também que ele hoje é derrotado, e não pode mais nos oprimir. Foi o Senhor Jesus quem o derrotou, e Ele fez isso por nós. Somos de tal maneira privilegiados que a vitória de Cristo foi lançada à nossa conta, como se nós a tivéssemos realizado.
O que fazer quando o diabo nos ataca? É um dos tópicos desta lição. É preciso que se saiba que nenhuma ação do diabo deve ser tolerada. A nossa redenção é um fato verdadeiro e glorioso.
Estudaremos uma advertência bíblica sobre procedimentos que devemos adotar para não dar chance ao maligno de nos atacar, e como viver a nossa redenção.
Aprenda a sua real posição diante de todas as coisas. Passe a ser um vencedor. Assuma os seus direitos em Cristo e viva a vida abundante que foi trazida pelo Senhor Jesus.
Em Cristo, R. R. Soares
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Apesar de muita gente considerar como inexistente o diabo, nós sabemos que ele é real e atuante. Basta olhar as páginas dos jornais para ver as suas obras, bem como visitar os hospitais e casas de recuperação, para se conhecer a sua capacidade destruidora. Se ele não existe, quem é o causador de todos estes males que vemos portadas as partes? Se ele não é real, a Bíblia e o próprio Senhor Jesus nos enganaram quando afirmaram categoricamente a sua existência.
Considerá-lo como lenda ou figura de retórica é fazer-lhe um grande bem; pois, deste modo, ele ficará livre para continuar nas suas funestas ações.
SUA ORIGEM
Satanás era originalmente um anjo de Deus. Seu nome: Lúcifer (o que leva a luz). Era um anjo glorioso; porém, permitiu que o orgulho surgisse em seu coração, aspirou ser “como o Altíssimo” e caiu na “condenação do diabo”.
Vejamos duas passagens bíblicas que falam deste ser:
Como caíste do céu, ó estrela da manha, filha da alva! Como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações! E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus, exaltarei o meu trono, e, no monte da congregação, me assentarei, da banda dos lados do Norte.
Subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo. E, contudo, levado serás ao inferno, ao mais profundo do abismo (Is 14.12-15).
Filho do homem, levanta uma lamentação sobre o rei de Tiro, e dize-lhe: Assim diz o Senhor Jeová:
Tu és o aferidor da medida, cheio de sabedoria e perfeito em formosura. Estavas no Éden, jardim de Deus; toda pedra preciosa era a tua cobertura, a sardônia, o topázio, o diamante, a turqueza, o ônix, o jaspe, a safira, o carbúnculo, a esmeralda e o ouro: a obra dos teus tambores e dos teus pífaros estava em ti; no dia em que foste criado foram preparados. Tu eras querubim ungido para proteger, e te estabeleci; no monte santo de Deus estavas, no meio das pedras afogueadas andavas. Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniquidade em ti. Na multiplicação do teu comércio, se encheu o teu interior de violência, e pecaste; pelo que te lançarei profanado, fora do monte de Deus, e te farei perecer, ó querubim protetor, entre pedras afogueadas. Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor; por terra te lancei, diante dos reis te pus, para que olhem para ti. Pela multidão das tuas iniqüidades, pela injustiça do teu comércio, profanaste os teus santuários; eu, pois, fiz sair do meio de ti um fogo, que te consumiu a ti, e te tomei em cinza sobre a terra, aos olhos de todos os que te vêem. Todos os que te conhecem entre os povos estão espantados de ti; em grande espanto te tornaste e nunca mais serás para sempre (Ez 28.12-19).
COMO O DIABO ENTROU EM NOSSO MUNDO
Deus criou a terra e a entregou ao homem. Porém, advertiu o Senhor ao homem que não Lhe desobedecesse comendo o fruto de uma certa árvore, o que acarretaria a sua morte. Apesar de ter sido advertido pelo Senhor, ao ser tentado pelo diabo, ele comeu o fruto. Diz a Bíblia:
Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram (Rm 5.12).
A morte a que o Senhor Deus Se refere neste versículo é a natureza de Satanás. Desde então, o diabo passou a ter livre trânsito aqui na terra, realizando as suas terríveis ações. O pecado cometido por Adão deu-lhe o “direito” de agir nesta terra.
A DERROTA DE SATANÁS
Esta situação durou até o nosso Deus ter-Se encarnado, e, vindo a este mundo, aniquilado com o poder do diabo. …Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo (1 Jo 3.8). E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo (Cl 2.15).
Estas Escrituras nos informam que o Senhor Jesus destruiu todas as obras do diabo. O diabo está derrotado e vencido e não pode em hipótese alguma ter poder sobre a nossa vida. Na verdade o diabo só tem poder na vida do cristão se ele o permitir ou se o cristão não conhecer os seus direitos em Cristo.
…Escrevo-vos, porque vencestes o maligno… (1 Jo2.13).
Podemos confessar que triunfamos sobre o maligno, pois quando aceitamos o Senhor Jesus como nosso Salvador, tudo que o Senhor fez foi lançado à nossa conta. Nós somos vencedores sobre o diabo. É assim que Deus nos vê. O diabo foi eternamente vencido e derrotado quando o Amor deu a Sua vida por nós lá no Calvário. É bom se lembrar sempre disto e, toda vez que ele tentar levantar a cabeça para nos atacar, devemos repreendê-lo, dizendo: “Derrotado, fora! Na minha vida não, eu não lhe permito contradizer a Palavra de Deus.”
O QUE FAZER QUANDO O DIABO NOS ATACA?
Não devemos temer as ciladas do diabo. Em Isaías 54.17 está escrito:
Toda ferramenta forjada contra ti, não prosperará…
Devemos ficar acordados e sempre identificar que atrás de todo mal que nos ocorre está a mão do maligno. É bom prevenir porque ele nunca aparece e diz: “Eu sou o diabo e vim tentá-lo.” A verdade é bem ao contrário, ele tudo fará para que você não acredite que isto que está lhe ocorrendo é dele.
Muitos são tão enganados que chegam a ponto de exclamar: “Puxa, também tudo é do diabo. Que nada, a gente tem parte nisto também. Afinal de contas quem foi que mandou que eu comesse aquela comida. Coitadinho do diabo, agora tudo que acontece de mal foi ele que fez.” É triste, mas é verdade. Declarações como essas muitas vezes saem dos lábios de pessoas que são filhas de Deus.
UMA ADVERTÊNCIA BÍBLICA
A Bíblia nos adverte em 1 Pé 5.8, o seguinte: Sede sóbrios, vigiai, porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar.
É bom levar a sério esta advertência do Espírito Santo. Ele sabe que o diabo é astuto e tem conseguido tragar muitos. No entanto, não temos que temê-lo, nem nos acovardar quando ele vier com as suas tentações, porque Cristo nos libertou completamente do seu poder.
Também não precisamos ficar suplicando a Deus que faça algo contra o diabo. Tudo que Ele tinha que fazer, já foi feito. Agora Deus não tem mais nada a fazer com o diabo. Na mente de Deus o diabo já foi vencido e derrotado. Ele nos recomenda:
Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou… (Gl 5.1).
Você não deve se sujeitar mais ao diabo. É seu dever se levantar e sair do cativeiro. Pois, através da obra de Jesus, você já venceu o diabo. Faça com que o diabo ouça isto dos seus lábios.
Reconheça a sua libertação e passe a confessá-la ousadamente.
O QUE FAZER COM A NOSSA REDENÇÃO?
Deus espera que a aceitemos e passemos a agir como redimidos. O diabo sabe que tem que obedecer a todos que descobrem esta verdade. A Bíblia diz: Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus (1 Co 6.20).
Devemos exigir que a doença saia do nosso corpo, deixando-o livre. Pois, como poderemos glorificar a Deus nele, se o mesmo está sendo consumido pela moléstia?
Também devemos exigir que todo o pecado saia do nosso espírito, senão nos será impossível glorificar a Deus em nossos corações.
Quando Deus declara um fato, para Ele é assunto encerrado.
Toda vez que o diabo vier lhe trazer qualquer mal, repreenda-o em Nome de Jesus e mande-o dar o fora.
A nossa redenção é real. Somos território liberto. A escravidão sobre a nossa vida terminou. O senhorio do diabo findou. Agora temos um novo Senhor que nos comprou para Deus e nos fez mais do que vencedores…. Subindo ao alto, levou cativo o cativeiro e deu dons aos homens (Ef 4.8).
A NOSSA POSIÇÃO
Temos aprendido nas lições anteriores que somos nós que fazemos a diferença. A nossa atitude é que determina o que realmente somos. Dizer da boca pra fora que somos libertos das garras do maligno e não agir de acordo com a Palavra de Deus nada nos adiantará.
Mas, se tomarmos ao pé da letra as afirmações que o Senhor faz a nosso respeito e começarmos a usar os nossos direitos, podemos ficar certos de que o nosso Deus não nos deixará sozinhos nesta luta. Bem ao contrário, Ele mesmo a tomará como Sua e nos dará a vitória.
A nossa posição é de completa vitória. Porém, vamos advertir mais uma vez: De nada valerá para nós o que Deus declara ser nosso, se não aceitarmos e não agirmos de acordo com as recomendações bíblicas.
Mas em todas estes coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou (Rm 8.37).
Apesar de Satanás ter sido derrotado pelo Senhor Jesus, e a sua derrota ter sido lançada à nossa conta, ele ainda tem condições de oprimir o ser humano, mesmo que este tenha nascido de novo.
É certo que quem aceita Jesus como Salvador recebe o poder de se tornar filho de Deus e passa a ter direitos e privilégios em Cristo. Mas, enquanto estivermos aqui neste mundo, ainda seremos suscetíveis às tentações do maligno.
Deve, porém, ficar bem claro que o diabo não pode a seu bel-prazer investir contra qualquer dos filhos de Deus e oprimi-los. Ele pode tentar, e se o cristão não lhe resistir, ele, então, terá condições de prosseguir sua obra.
É preciso que se diga que existem limitações às operações do inimigo. Há como uma escala a ser percorrida para que ele consuma a sua obra. A Bíblia nos adverte de que a maldição sem causa não se cumpre.
Resistir ao diabo é um mandamento. Compete a todo filho de Deus barrar-lhe a ação, exigir a sua saída e proibi-lo de lhe tentar. Foi assim que o Senhor Jesus fez com o diabo, lá no deserto.
No plano do Senhor não há imperfeições. Se Ele nos informa que compete a nós resistir ao diabo, podemos estar certos de que a arma de tal resistência nos foi dada. Ela é a Palavra de Deus.
Quando resistir? Toda vez que o inimigo vier nos atacar.
Oro para que você a partir de hoje não dê ao maligno a mínima chance de oprimi-lo. Seja, em Cristo, mais que vencedor.
NEle,
R.R. Soares
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O ministério pessoal do Senhor Jesus se dividia em três fases distintas: ensinamento, pregação e manifestação do poder de Deus.
Examinando os relatos bíblicos, vemos que a parte de ensinamentos era a mais usada pelo Senhor. Pode-se perguntar se não reside aqui a diferença entre o nosso ministério e o do Senhor? Ou o que explica os resultados que Ele obtinha? Não disse Ele que os que nEle cressem fariam as mesmas obras que Ele fazia e outras maiores ainda fariam?
Quando o Senhor Jesus começava a ensinar, o povo se maravilhava. Nas Suas reuniões todos os tipos de milagres e de transformações ocorriam, pelo simples fato de o Senhor abrir as Escrituras e mostrar a Verdade ao povo. Hoje, em qualquer lugar em que alguém consegue abrir os olhos do povo para o que a Bíblia fala, também ocorre uma avalanche de milagres.
RESTRIÇÕES ÀS ATIVIDADES DO DIABO
Apesar de sabermos que o diabo está mais do que nunca realizando a sua obra de destruir a humanidade, temos que ter o cuidado para não exagerar creditando a ele uma capacidade maior do que, na verdade, possui. É preciso que se saiba que existem restrições às suas operações. Ele não pode sair por aí destruindo a quem quiser. A Bíblia diz que naquele que é nascido de novo ele não pode tocar:
Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não peca; mas o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo, e o maligno não lhe toca (1 Jo 5.18).
Antes do Senhor Jesus ter derrotado o diabo, o inimigo agia aqui no mundo como se fosse o dono do nosso planeta. Mas, com a morte de Cristo, o diabo perdeu o domínio sobre a raça humana, e foi expulso desta terra:
Agora é o juízo deste mundo: agora será expulso o príncipe deste mundo (Jo 12.31).
Até mesmo antes da vinda de Jesus, quando, ainda, o diabo agia como príncipe deste mundo, ele tinha que obter permissão para atacar o povo de Deus, como por exemplo:
I – O caso de Jó: E vindo um dia em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o Senhor, veio também Satanás entre eles… E disse o Senhor a Satanás: Eis que tudo quanto tem está na tua mão, somente contra ele não estendas a tua mão. E Satanás saiu da presença do Senhor (Jó 1.6,12).
II – Na tentação sofrida pelo Senhor no deserto. O próprio Espírito de Deus levou o Mestre àquele lugar para que fosse tentado pelo diabo: Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo (Mt 4.1).
III – Chegando a hora da Sua crucificação, o Senhor Jesus informou a Pedro que o diabo havia feito um pedido para o cirandar (passar pela ciranda, peneirar):
Disse também o Senhor: Simão, Simão, eis que Satanás vos pediu para vos cirandar como trigo. Mas eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça; e tu, quando te converteres, confirma teus irmãos (Lc 22.31-32).
Todos esses casos ocorreram antes de o diabo ter sido despojado do seu poder. Hoje, em hipótese alguma, ele terá condições de nos oprimir, a menos que o nosso Deus o permita. Quanto a tirar-nos das mãos de Jesus, jamais conseguirá:
E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão. Meu Pai, que mas deu, é maior do que todos; e ninguém pode arrebatá-las da mão de meu Pai (Jo 10.28,29).
Não devemos temer, diante de qualquer tentação que o diabo venha a nos trazer, nem sequer ficar desesperados; mas resistir, firmes na fé, usando o Nome de Jesus:
Ao qual resisti firmes na fé, sabendo que as mesmas aflições se cumprem entre os vossos irmãos no mundo (1 Pé 5.9).
Quanto à razão de o Senhor nos fazer passar por várias tentações, podemos estar certos de que Ele o faz para o nosso próprio bem. E, ao invés de nos chatearmos com elas, devemos nos encorajar no Senhor, pois Ele é fiel e não permitirá que sejamos tentados além das nossas forças:
Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que vos não deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar (1 Co 10.13).
RESISTIR – UM MANDAMENTO
Não importa como e onde o inimigo esteja nos tentando, a Palavra de Deus nos manda resistir:
A ordem dada em Tiago 4.7 é clara: …Resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. Por esta ordem vemos que somos os responsáveis pelo sucesso ou pela derrota de nossa vida. Se resistirmos ele não somente irá embora, ele fugirá.
É oportuno lembrar que temos que resistir a todo e qualquer ataque do inimigo. Não basta resistir só aos grandes ataques, pois muitas vezes o problema começa bem pequeno e, se não for destruíste, causa um grande estrago.
…As raposinhas que fazem mal às vinhas (Ct 2.15).
Outro fato que não devemos nunca esquecer é que o diabo não deixa de nos tentar por sermos de Jesus. Apesar de saber que somos território divino, ele continua lutando para roubar, matar e destruir as nossas vidas. Enquanto não assumirmos a nossa posição de vencedores em Cristo, ele continuará tentando nos destruir.
Resistir ao diabo é simples. Basta que a todo ataque, quer seja sintoma de doença, pensamento negativo, desejo de cometer algum pecado – tudo isto são tentações -, você destemidamente não aceite, e repreenda o mal, exigindo que ele cesse de lhe perturbar e saia de sua vida.
Não há melhor exemplo de como se deve resistir ao diabo do que aquele dado pelo Senhor, lá no deserto, quando o diabo O tentou; o relato completo se encontra em Mateus cap. 4.1-11.
I – O diabo se aproximou de Jesus e disse-lhe: Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães.
O Senhor respondeu, dizendo: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.
II- O diabo levou Jesus até a cidade santa, colocou-o no pináculo do templo, e disse-lhe: Se tu és o Filho de Deus, lança-te daqui abaixo; porque está escrito: Aos seus anjos dará ordens a teu respeito, e tomar-te-ão nas mãos, para que nunca tropeces em alguma pedra.
O Senhor volta a responder, dizendo: Também está escrito: Não tentarás o Senhor, teu Deus.
III – Levou-o ainda o diabo a um monte muito alto, mostrou-lhe todos os reinos do mundo e a glória deles, e disse-lhe: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares.
O Senhor respondeu: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a ele servirás.
Nas três primeiras tentativas do diabo, o Senhor usou simplesmente a Palavra de Deus. Ela é a nossa única arma. Para enfrentar o diabo e as suas tentações, não temos de usar nada mais, a não ser a Palavra de Deus. Logicamente, o Senhor sabia orar, falar em línguas e tinha um conhecimento de todas as coisas mais do que qualquer mortal. No entanto, só usou a arma infalível. Você não vai querer usar outra, não é verdade?
Não creia em nada que o diabo esteja mostrando a você. Ele é um derrotado. A carreira dele está se aproximando do fim. No princípio, ele foi expulso do céu; durante a grande tribulação, será lançado da esfera celestial na Terra; durante o milênio, será aprisionado no abismo, e, depois de mil anos, será lançado no lago de fogo.
Quanto a nós, qual será o nosso futuro? “Então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o Reino que vos está preparado desde a fundação do mundo”.
Está por ser entendida, pelo povo de Deus, a declaração do Senhor Jesus em que Ele fala do propósito de Sua vinda. Ele disse:… Eu vim para que tenham vida e vida com abundância (Jo 10.10).
Aqueles que conseguem um pouco de luz sobre as suas posições em Cristo, e ousam reivindicá-las, descobrem que em todas as coisas são mais que vencedores.
É claro que todos que querem viver piamente em Cristo sofrerão perseguições. Sempre haverá ameaças e perseguições, mas elas, de modo algum, poderão abalar aqueles que estão sobre a Rocha e que fazem de Cristo a razão de seu viver.
Em relação às doenças, enfermidades e a todos os sofrimentos físicos, mentais ou espirituais, o cristão pode gritar a sua independência e declarar-se mais que vencedor. Jesus é o nosso substituto completo e total. Ele já sofreu para que fôssemos libertos.
As tentações – obras dos demônios – atuam em todos os setores da vida. Porém, diante de todas elas podemos e devemos afirmar que somos mais que vencedores.
Vencer o diabo e todas as suas investidas é o ato que mais louvor traz a Deus. De pouco vale a pessoa ficar repetindo palavras conhecidas como de louvor e adoração, se permite ao maligno que a escravize e destrua.
Não se submeta mais ao inimigo. Diga a ele que em Cristo você é mais que vencedor, que você tudo pode nAquele que o fortalece. Passe a viver de acordo com esta decisão.
Nós temos a obrigação de sermos mais que vencedores. O preço pago por Cristo foi alto e supriu o pagamento completo e total da nossa redenção. Nada mais há para se pagar.
Oro para que a partir desta lição você seja mais um que declarará: Em todas estas coisas sou mais que vencedor.
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Após termos aceitado o Senhor Jesus como nosso Salvador e Senhor, devemos tê-Lo, também, como nosso padrão. O Senhor Jesus é o exemplo que temos que seguir. Ele era vencedor em todos os sentidos. Nunca jamais perdeu uma só causa. Em todas as batalhas, Ele simplesmente mostrava que era Senhor. Tudo que realizava aqui na terra era por nós. Ele veio nos dar o exemplo. Era como se Ele disse-se: Vejam bem, é assim que vocês tem de proceder e agir. Façam o que Eu faço e terão o sucesso que tenho.
Vejamos agora como o Senhor Se comportou diante dos mais diversos ataques malignos.
AMEAÇAS E PERSEGUIÇÕES
Depois de ter mandado matar a João Batista, Herodes decide estender as mãos sobre Jesus. Alguns fariseus vêm trazer ao Mestre a notícia das intenções deste caudilho:
Naquele mesmo dia chegaram uns fariseus, dizendo-lhe: Sai e retira-te daqui, porque Herodes quer matar-te. E lhes respondeu: Ide e dizei àquela raposa: eis que eu expulso demônios, e efetuo curas, hoje e amanhã, e no terceiro dia sou consumado (Lc 13.31,32).
Esta é a atitude que Ele espera que todos aqueles que são dEle tenham diante de quaisquer ameaças. Em relação às perseguições que nos sucedem, Ele ensinou:
Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem, e, mentindo, disserem todo o mal contra vós, por minha causa. Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus: porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós (Mt 5.11,12).
DOENÇAS E ENFERMIDADES
Diante de todos os tipos de doenças e enfermidades, o Senhor Jesus se colocava como o Mestre. Sabia Ele que o Pai lhe havia confiado poder e autoridade sobre todas as obras do diabo, e, uma a uma o Senhor ia desfazendo:
E, ao pôr-do-sol, todos os que tinham enfermos de várias doenças lhos traziam; e, impondo as mãos sobre cada um deles, os curava (Lc 4.40).
Para que fôssemos vencedores sobre as doenças e enfermidades, Ele as sofreu em Seu próprio corpo, levando todas elas, para que jamais tivéssemos que sofrê-las.
Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniqüidades: o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras, fomos sarados (Is 53.4,5).
TENTAÇÕES E DEMÔNIOS
Ninguém será tentado pelo diabo, na mesma extensão, como foi o Senhor Jesus. Para tentar o Filho de Deus, o diabo usou de todos os meios e, certamente não teve êxito. Por que o diabo não conseguiu derrotar o nosso Salvador? Porque Ele se firmava na Palavra de Deus e com Ela resistia ao inimigo.
O Senhor deixou o inimigo tentá-Lo e o venceu para nos dar exemplo de que nós também podemos triunfar sobre toda a força do inferno e, principalmente, para nos socorrer em todas as tentações: Porque naquilo que ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados (Hb 2.18).
Além das tentações que Jesus sofreu após jejuar quarenta dias e quarenta noites, no deserto, o Senhor sofreu outras tentações tão fortes e profundas como estas que o diabo lhe infligiu após o jejum; e Ele venceu todas elas.
A Bíblia diz que Ele foi tentado em tudo: Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado (Hb 4.15).
Em Lucas 4.33-35, temos um relato de um enfrentamento direto do inferno contra o Senhor, e, mais uma vez Ele provou ser o vitorioso:
E estava na sinagoga um homem que tinha um espírito de um demônio imundo, e este exclamou em alta voz, dizendo: Ah! Que temos nós contigo, Jesus Nazareno? Vieste a destruir-nos? Bem sei quem és: o Santo de Deus. E Jesus o repreendeu, dizendo: Cala-te, e sai dele. E o demônio, lançando-o por terra no meio do povo, saiu dele, sem lhe fazer mal.
A Bíblia diz que era um homem que tinha um espírito de um demônio imundo, o qual exclamou em alta voz: que temos nós contigo, Jesus nazareno. Ele falou no plural, apesar de ser um homem com um espírito de um demônio imundo. Ele certamente representava todo o inferno.
Era o porta-voz das legiões malignas. E, logo tentou confundir Jesus, afirmando que este era o seu lugar de agir; e, que, portanto, estava fazendo o que era um direito seu. Jesus não lhe deu resposta. A seguir, mais uma vez ele tentou confundir o Senhor Jesus, dizendo que ainda não havia chegado o tempo de sua destruição. Novamente o Senhor não entra em diálogo com ele. Então, ele dá a sua última cartada, tentando fazer Jesus tropeçar ao Lhe revelar que sabia ser Ele o Santo de Deus. Pois, como Deus, o Senhor não podia agir livremente aqui na terra. Tentava o diabo fazer Jesus recordar que no princípio Deus dera esta terra para Adão e este a entregou a ele, o diabo, lá no Éden, quando pecou.
O diabo queria tentar a Cristo para que o Senhor aceitasse que não havia ocorrido a encarnação. Pois, sem ter-Se encarnardo, Jesus não poderia operar livremente aqui no nosso mundo. Aí então, o Senhor nos ensina o que fazer com o inimigo, dizendo aquele demônio porta-voz do inferno, que se calasse e saísse do homem; o que ele fez, saindo dele sem lhe fazer mal, depois de o ter lançado por terra.
MAIS QUE VENCEDORES
A palavra de Deus nos garante que em todas as coisas somos mais que vencedores.
Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou (Rm 8.37). Porém, para que isto ocorra é importante que o cristão saiba qual é a sua posição diante de Deus, do diabo e diante de todas as coisas, bem como quais são os seus direitos e privilégios.
Após o Senhor Deus ter criado os céus e a terra, e do pó da terra ter feito o homem, o Senhor o abençoou, dizendo: … Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra (Gn 1.28). Vemos por esta afirmação da Palavra que o homem era, originalmente, mais que vencedor sobres todas as circunstâncias. Foi assim que Deus o fez. Porém, ele errou, traindo ao Senhor, pecando e por conseqüência foi lançado fora da presença de Deus.
Agora Satanás tinha o “direito” de estar aqui e ser o “deus” deste mundo. Assim o diabo ficou “reinando” no mundo até que o último “Adão” aparecesse e o destronasse. Graças a Deus que isto já ocorreu:
Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo… o primeiro homem, Adão, foi feito em alma vivente; o último Adão, em espírito vivificante (1 Co 15.22,45).
Então, desde que a Palavra de Deus declara tudo já foi feito, não temos mais que nos submeter ao diabo, nem aceitar os seus sofrimentos. Além disto, somos considerados pelo Pai como idôneos para participar de Suas bênçãos.
Dando graças ao Pai que nos fez idôneos para participar da herança dos santos na luz. Ele nos tirou da potestade das trevas e nos transportou para o Reino do Filho de seu amor (Cl 1.12,13).
O Senhor Deus espera que aceitemos esta nossa posição e que passemos a agir como mais que vencedores. O diabo sabe que esta é a nossa real posição. Ele sabe também que ele tem que obedecer a todos que descobrem esta verdade.
SER MAIS QUE VENCEDOR É GLORIFICAR A DEUS
A Bíblia diz: Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus (1 Co 6.20).
Devemos exigir que a doença saia do nosso corpo, deixando-o livre. Pois como poderemos ser considerados como mais que vencedores no corpo, se o mesmo está sendo consumido pela moléstia que a Bíblia garante não ser nossa – a nossa Jesus já levou. Também devemos exigir que todo o pecado saia do nosso espírito, se não nos será impossível ter esta classificação de mais que vencedor.
A nossa redenção é real. Somos território liberto. A escravidão sobre nossa vida terminou. O poder do diabo findou. Agora temos um novo Senhor que nos comprou para Deus e nos fez mais que vencedores.
A NOSSA POSIÇÃO
Temos aprendido nas lições anteriores que somos nós que fazemos a diferença. A nossa atitude é que determina o que realmente somos. Dizer da boca pra fora que em todas estas coisas somos mais que vencedores e não agir de acordo com a Palavra de Deus, nada adianta. Ao contrário, seremos chamados de mentirosos.
Tome agora mesmo a palavra do Senhor ao pé da letra e declare-se mais que vencedor em todas as coisas. Use os seus direitos. Você já foi considerado pelo Pai como idóneo. Tudo depende de você. Não deixe mais o diabo lhe enganar. Agora é a sua hora. Seja para a glória de Deus, mais que vencedor. Assuma sua posição no mundo espiritual.
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Aqueles que descobrem a importância que as palavras exercem em suas vidas, tornam-se, inevitavelmente, vitoriosos em todos os setores do viver.
As palavras que pronunciamos produzirão o ambiente em que viveremos num futuro próximo. Elas, sem dúvida, nos governam. Somos hoje o que declaramos ser, consciente ou inconscientemente, num passado próximo ou remoto.
Se está no que pronunciamos a razão do nosso sucesso ou fracasso, podemos, então, emendar a nossa conversação para que nos dias vindouros venhamos a encontrar tempos fáceis e felizes.
Quem não se corrige, e não passa a falar positivamente, descobrirá que de nada adianta tentar qualquer outro recurso para melhorar a sua vida. A palavra mal colocada, e é mal colocada aquela que não se alinha com a Palavra de Deus, sempre anulará as mais sinceras intenções.
A pior época para se tomar uma decisão é quando se está passando por uma crise, como doenças, problemas financeiros ou conjugais, etc. Nessa fase, a pessoa deixa a emoção falar e, quase sempre, confessa o oposto à declaração bíblica.
Em qualquer situação devemos confessar o que o Senhor nos ensina. Se não temos uma Palavra inspirada, devemos cerrar os lábios e buscar na Escritura a orientação. Toda palavra sem a unção do Senhor é nula e poderá ainda criar uma situação adversa.
Jesus é o nosso exemplo e padrão. Ele jamais falava dissociado do Pai. Ao usar as Palavras Sagradas Ele Se unia ao Pai, fazendo-se um só com Ele. O mesmo acontecerá com você, se agir do mesmo modo.
A nossa confissão é que determina o que somos diante do Senhor, e de todas as coisas. Ela é quem nos faz fortes ou fracos, sadios ou doentes, vencedores ou derrotados.
Oro para que você seja um produtor de palavras que edificam.
Em Cristo, R. R. Soares
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As forças mais poderosas neste mundo não são as armas atômicas ou quaisquer outras armas. São as forças invisíveis e inaudíveis de Deus, as quais são espirituais.
O Senhor, que é Espírito, criou todas as coisas visíveis e invisíveis usando o Seu poder, por meio de Sua Palavra. Foi assim que Ele criou as montanhas, os minerais e os mais diversos tipos de seres viventes: E disse Deus…
Qualquer pessoa passará por uma verdadeira transformação quando descobrir que as palavras que falamos são mais poderosas do que qualquer outra coisa que podemos conhecer. E que aquele que está unido a Cristo tem a seu dispor um verdadeiro exército, pronto para atuar, esperando somente as suas determinações.
AS NOSSAS PALAVRAS
Pouca coisa na nossa vida de fé tem tanta importância quanto as nossas palavras. As palavras que falamos são realmente a tradução mais fiel daquilo que cremos – elas são como um retrato perfeito do nosso espírito. Por isso, é muito importante aprender o valor que elas possuem e exercem em nosso viver.
O Senhor Jesus afirmou que nós teremos exatamente aquilo que, falando, crermos: Tende fé em Deus, porque em verdade vos digo que se qualquer que disser a este monte: Ergue-te e lança-te ao mar, e não duvidar em seu coração, mas crer que se fará aquilo que diz, tudo o que disser lhe será feito (Mc 11.22,23).
Prestemos atenção a esta última afirmação do Senhor Jesus: Tudo o que disser lhe será feito. Fica claro que as palavras podem nos edificar, ou nos destruir; nos curar, ou fazer com que fiquemos doentes, nos trazer o sucesso ou a derrota; pois, o que dissermos será o que nos será feito.
Quanto mais rápido e melhor aprendermos o papel que as palavras desempenham na nossa vida, e o que a Bíblia revela sobre elas, melhor viveremos; pois descobriremos que aquilo que tanto precisamos que nos seja concedido, aquela bênção tão necessária, só depende das nossas palavras para que se materialize.
Também descobriremos que somos hoje, exatamente aquilo que, algum tempo atrás, consciente ou inconscientemente, havíamos declarado que seríamos, e que seremos num futuro próximo tudo que agora estamos declarando.
A verdade é que podemos, a partir deste momento, ser o que quisermos. Somos nós que fazemos a diferença e que escrevemos o nosso futuro. Sem dúvida, são as nossas palavras que nos governam, que nos dão saúde, paz, prosperidade e felicidade. São também as nossas palavras que nos fazem derrotados, doentes ou miseráveis.
OBSERVEMOS A MANEIRA DE JESUS FALAR
O Senhor Jesus falava como se Ele e o Pai fossem Um. E realmente O eram: Eu e o Pai somos um (Jo 10.30). O que O fazia ser Um com o Pai? A Sua União com a Palavra. Por isso Ele não tinha falta de nada. Ele sabia que, por falar o que o Pai Lhe havia prescrito, podia ordenar aos demônios que soltassem as suas vítimas, e eles se submeteriam a Ele e sairiam delas sem lhes fazer mal algum. Sabia que podia falar às forças da natureza como Deus (Ele veio como homem), e todas estas leis Lhe obedeciam. Toda a natureza O reconhecia como Senhor; pois a Palavra de Deus em Seus lábios Lhe dava tal prerrogativa. O mar e o vento Lhe obedeciam; Ele caminhava sobre as ondas, transformava água em vinho e multiplicava pães e peixes, além de curar pessoas com todos os tipos de doenças e enfermidades.
Observando a maneira de Jesus agir e de realizar a obra de Deus, podemos ver a importância que Ele dava às palavras. É como se Ele, que veio nos dar o exemplo de como ser mais que vencedor em todas as coisas, dissesse que só conseguiremos aquilo que falarmos – determinarmos, tomarmos posse. E foi exatamente isto que Ele queria dizer. Qual era o Seu segredo? Ele assumia o que o Pai declarara a Seu respeito e confessava abertamente. Talvez tenhamos falhado em não fazer o mesmo.
COMPARANDO-NOS COM JESUS
Vamos observar como Jesus se colocava diante de Deus e o que o próprio Senhor declara a nosso respeito:
1. Jesus: Eu e o Pai somos um (Jo 10.30).
A Palavra declara: Mas o que se ajunta com o Senhor é um mesmo espírito (l Co 6.17).
2. Jesus: …Não vim de mim mesmo, mas ele me enviou (Jo 8.42).
A Palavra declara: Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhia vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vos conceda (Jo 15.16).
3. Jesus: O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração, a apregoar liberdade aos cativos, e dar vista aos cegos; a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor(Lc4.18,19).
A Palavra declara: Eis que vos dou poder para pisar serpentes, e escorpiões, e toda a força do Inimigo, e nada vos fará dano algum (Lc10.19).
4. Quando Jesus usava o poder de Deus, para realizar milagres, e se declarava filho de Deus, os invejosos judeus ficavam revoltados e diziam ao Mestre que Ele, sendo homem, Se fazia igual a Deus. Eles não entendiam que, quando alguém é usado na Palavra, ele age como se fosse o próprio Deus. Por isso, pois, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não só quebrantava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus (Jo 5.18). Pois, se a lei chamou deuses àqueles a quem a palavra de Deus foi dirigida (e a Escritura não pode ser anulada) (Jo 10.35).
5. Diante da perseguição, Jesus declara que se quisesse poderia pedir ao Pai legiões de anjos que viriam em Seu socorro: Ou pensas tu que eu não poderia, agora, orar a meu Pai e que ele não me daria mais de doze legiões de anjos? (Mt 26.53).
A nosso respeito o Senhor diz: E tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho (Jo 14.13).
A NOSSA CONFISSÃO
Agora está claro que não é propriamente Deus quem cura nos dias de hoje. Isto, às vezes, chega a perturbar algumas pessoas que ouviram a vida toda que deveriam orar, jejuar e pedir a Deus que as curassem. Porém, estamos aprendendo que somos nós que temos que fazer a nossa parte. Este é o caminho mais rápido e seguro para um fluir 100% do poder divino na nossa vida. Sem dúvida, aqui está a resposta que estava faltando para que desfrutássemos saúde, paz, prosperidade ou quaisquer outras bênçãos.
A palavra de autoridade que pronunciamos coloca o poder de Deus em ação.
A confissão do que cremos pode ser positiva ou negativa. Ambas são necessárias e úteis. A confissão negativa é a que abre a porta para que o Senhor entre em uma vida. A pessoa confessa que é uma pecadora, e que aceita Jesus como Salvador e Senhor de sua vida.
A confissão negativa deve ser usada somente no início da caminhada, em que a pessoa é salva, e depois quando a pessoa escorrega e cai em transgressão ou pecado. A confissão negativa dá ao Senhor condições de perdoar e levantar o penitente,
Já a confissão positiva nunca deve nos abandonar. Em todos os momentos devemos confessar o que somos em Cristo e o que nos pertence nEle. Ela é a autorização que damos ao poder de Deus para que opere a vontade do Senhor em relação a nós.
Tanto a confissão negativa como a positiva têm que estar firmadas na Palavra de Deus. Desprezá-la é o pior erro que alguém pode cometer. Pois, como o Senhor Jesus afirmou: Sem mim nada podeis fazer (Jo 15.5). Ele, o Senhor Jesus é a Palavra de Deus.
Ao confessarmos positivamente o que somos na Palavra de Deus, veremos que a Palavra operará em nosso favor tão eficientemente, quanto operava no ministério pessoal do Filho de Deus. Os mesmos resultados serão colhidos por quem agir do modo como o Senhor Jesus agia.
A vontade de Deus é que O representemos aqui neste mundo, como o Senhor Jesus O representava. Ele quer que passemos a agir como Seus representantes, como o Senhor Jesus O fazia. Esta é a nossa missão.
Oro para que a sua confissão seja, a partir desta lição, um verdadeiro louvor a Deus.
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Observando a maneira como vive a maioria das pessoas, que se dizem cristãs, podemos concluir que são poucas que aprenderam a importância da confissão. Na verdade, é difícil encontrar uma pessoa que viva a vida abundante que Jesus veio nos trazer. A razão é que o povo de Deus ainda não abandonou o modo negativo de enfrentar os problemas e os ataques do diabo.
A IMPORTÂNCIA DA CONFISSÃO
Quando, ao enfrentar qualquer problema, você diz que não conseguirá ser bem sucedido, no momento em que você faz tal afirmação, sem que perceba, você assina a sua derrota. Este tipo de confissão dá ao inimigo condições para continuar oprimindo-o e para consumar a sua obra de destruição na sua vida. Enredaste-te com as palavras da tua boca, prendeste-te com as palavras da tua boca (Pv 6.2).
Aquilo que você confessa, torna-se, invariavelmente, no que você será ou terá.
Quando você usa palavras negativas ou pessimistas, você está usando a própria linguagem do diabo, e, deste modo, você cria um envolvimento maligno ao seu redor que dificilmente conseguirá ver as oportunidades que estão à sua espera. Do fruto da boca cada um comerá o bem, mas a alma dos prevaricadores comerá a violência (Pv 13.2).
O QUE DEVEMOS CONFESSAR
A vida cristã que abraçamos é chamada pelo Santo Espírito de confissão:
Pelo que, irmãos santos, participantes da vocação celestial, considerai a Jesus Cristo, apóstolo e sumo sacerdote da nossa confissão(Hb3.1).
A palavra grega da qual foi traduzida confissão é “homologia”, que significa repetição de palavras, conceitos e figuras; falar o mesmo, ou seja: dizer exatamente o que o Senhor diz na Sua Palavra.
Devemos confessar, em todos os momentos em que uma provação vier sobre nós, o que o Senhor fala sobre aquele assunto, e sobre a nossa posição diante de todas as coisas. Fazendo assim, estaremos colocando o poder de Deus agindo em nosso favor. Ele diz: Eu velo sobre a minha palavra para a cumprir (Jr 1.12).
Ao confessarmos a Palavra do Senhor Deus, estamos assumindo a nossa posição no mundo espiritual. Se não fizermos a confissão certa, jamais assumiremos a nossa posição em Cristo, e jamais tomaremos posse de qualquer bênção. Há, ainda, um conhecimento do Senhor Deus que só nos é concedido quando nos apropriamos da Sua Palavra e A confessamos.
UM EXEMPLO PRÁTICO
No seu corpo aparecem sintomas de alguma doença. Olhando para o lado natural das coisas, você deve se cuidar, buscar ajuda na ciência, e pacientemente esperar que a sua saúde se restabeleça. Alguém encontra-se com você e, educadamente, lhe pergunta, como vai? Você responde, com a maior felicidade, que não vai bem, diz que dói aqui e acolá, confessando aquilo que aparentemente é verdade.
Este tipo de atitude, mesmo despercebidamente, dá ao inimigo autorização para continuar atacando-o. Você acabou de aceitar, embora inconsciente, aquele sofrimento.
Que fique bem claro: A tentação de doenças – sintomas – não significa que você já esteja doente; como a tentação de praticar o adultério, ou cometer qualquer crime, não o faz ser um adúltero ou criminoso. É a aceitação – a consumação – que o faz tal.
Você pode indagar: Se estou com os sintomas da doença, devo mentir que não os tenho? Não. A verdade é que só em você reconhecer que os têm já está mentindo. O Senhor Deus afirma em Sua Palavra que pelas feridas de Jesus já fomos curados. Como alguém pode estar mal se Deus declara que ele já foi curado?
O nosso problema é que cremos mais nas coisas, nos sintomas e nas pessoas, do que em Deus.
Uma pessoa é acidentada. O corpo está todo quebrado e cheio de dores. O médico entra na sala e ela pergunta: “Doutor, como estou?” Ele responde: “Ah! você está bem, muito bem mesmo. Breve vai poder sair desta casca de gesso e viver uma vida normal.”
Em seguida, entra algum amigo e lhe dirige a famosa pergunta: “Então, como está se sentindo?” A pessoa não pensa duas vezes e responde: “Oh! Estou muito bem.”
Esta pessoa acha correto falar de acordo com o médico; mas, muitos cristãos se recusam a falar de acordo com a Palavra de Deus.
Quando você se firma na Palavra e A confessa (não importa o que sente), você está se unindo ao Senhor. Quem se une ao Senhor jamais fracassará. Mas o que se ajunta com o Senhor é um mesmo espírito (1 Co 6.17).
FÉ E CONFISSÃO
Já temos aprendido que fé é a certeza das coisas que se esperam, e que ela vem quando damos ouvidos à Palavra de Deus. De nada valerá a fé – a certeza de que alguma bênção é nossa – se não agirmos de acordo com ela, confessando a posição que o Senhor declara ser nossa em relação a qualquer assunto.
A fé é como uma autorização dada pelo Senhor. Após a mesma surgir em nosso espírito, não temos mais de ficar parados, esperando o momento certo – basta agir.
A VERDADEIRA CONFISSÃO
A linguagem da fé é a que os filhos de Deus devem ter. Assim como os incrédulos e os tímidos (ambos não entrarão no reino de Deus) falam dos seus receios e temores, devemos confessar as nossas possibilidades em Cristo Jesus, nosso Senhor.
A confissão da nossa posição na Palavra de Deus é a ferramenta que nos fará invencíveis. Com ela poderemos apagar todos os dardos inflamados do maligno. Temos que ser ousados no que cremos. A confissão do que somos em Cristo fará fugir todo o exército do inferno. O Senhor Deus assim se expressa sobre a nossa confissão: Sou eu quem confirma a palavra do seu servo… (Is 44.26).
Para quem vive na derrota, o nosso modo de falar é arrogante e atrevido. Eles não entendem que esta é a linguagem de quem realmente pertence à família de Deus.
Falar a Palavra de Deus em todos os momentos e diante de todos os desafios fará com que o Deus libertador do passado entre em cena, realizando hoje o mesmo que realizava. Esta é a cura para a igreja fracassada que conhecemos nos dias de hoje. Igreja comprada por Jesus, santificada pelo Seu sangue, revestida de poder pelo Espírito Santo; mas que vive cheia de problemas, lutas, divisões, pecados e fracassos.
A confissão verdadeira fará surgir a igreja verdadeira.
FAZENDO ACONTECER
Agora que você está fervendo na “fé”, no conhecimento de quem você é em Cristo, do que lhe pertence na Palavra de Deus, é hora de tomar uma posição firme contra as forças malignas que se levantaram para destruí-lo.
Veja ao seu redor em quantas frentes o diabo tem procurado destruí-lo. Veja todos os obstáculos que você pensava que jamais conseguiria transpor e vencer, e decididamente, com a Palavra de Deus, enfrente-os e vença-os, em o Nome de Jesus.
Ao invés de ficar na defensiva, esperando nova ofensiva do inimigo, parta para cima dele agora, exigindo que ele e tudo que é dele saiam da sua vida.
Nunca mais tenha o menor receio do inimigo. Assuma agora o que Jesus comprou para você.
Uma importante advertência foi-nos dada pelo próprio Senhor Jesus: E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que, por muito falarem, serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes (Mt 6.7,8). Porém, a maioria dos cristãos não dão a menor importância a este conselho do Senhor, e “quebram a cara”.
Ora, se a necessidade de evitar as vãs repetições não fosse algo sério e imprescindível, o Senhor jamais teria transmitido tal advertência. Nela vemos além da inutilidade de tal ato, algo que chateia o nosso Pai, pois Ele já sabe do que precisamos antes de mencionarmos.
Se existem as vãs repetições, ou seja, as falsas e improdutivas, é porque existem as verdadeiras e produtivas repetições.
Repetir a nossa posição em Cristo – que cremos na Palavra e exigimos que o mal seja desfeito – não é coisa vã, falsa, móvel e improdutiva. É afirmar nossa decisão de não ceder um milímetro do nosso terreno, é reafirmar nossa determinação, é não ceder a nenhum argumento, é exigir que o nosso direito seja cumprido completamente.
Ninguém é ouvido por muito falar. De nada adianta ficar ao pé do Senhor atazanando-0 com as suas lamúrias, pois isso não dará ao Senhor condições de lhe estender a mão e o ajudar.
O que precisa ser feito é tomar uma posição sobre o que a Palavra garante ser seu e, destemidamente, entrar na presença do Pai em oração e, em Nome de Jesus, declarar como será a partir de então aquele caso, seguindo a Palavra de Deus.
Que você, não usando de vãs repetições, seja uma bênção, é a minha oração.
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Sendo a oração o nosso veículo de comunicação com o Pai, devemos aprender a fazê-la de maneira eficiente e produtiva. Há princípios a serem observados para que ela seja operante. Podemos citar alguns:
I – Fé – Ora, sem fé é impossível agradar-lhe, porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que é galardoador dos que o buscam (Hb 11.6).
II – O Nome de Jesus – E tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei… (João 14.13).
III – O propósito – … para que o Pai seja glorificado no Filho (Jo 14.13).
IV – Crer – Por isso, vos digo que tudo o que pedirdes, orando, crede que o recebereis e tê-lo-eis (Mc 11.24).
V – Não duvidar – Peça-a, porém, com fé, não duvidando; porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento e lançada de uma para outra parte (Tg 1.6).
Além destes princípios básicos, há outros, de não menos importância, que também devem ser seguidos, como o de não usar vãs repetições: E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que, por muito falarem, serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário antes de vós lho pedirdes (Mt 6.7,8).
Se não forem observados estes princípios, a oração será inútil, e nós estaremos perdendo tempo em fazê-la. É preciso que se aprenda a fazer aquilo que o Pai considera como oração. Ela deve ser algo que funcione; pois, se não for para obter resultados positivos, não devemos orar. Por outro lado, se a oração funciona, vamos usá-la com mais assiduidade.
POR QUE JESUS SEMPRE OBTINHA RESPOSTA?
Sabemos que o Senhor Jesus não operava aqui na terra como Deus. Ao vir ao nosso mundo, Ele despiu-Se da Sua glória e Se fez semelhante a nós. Porém, sem pecado:
Mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens (Fp2.7).
Para não sair da presença do Pai, e cumprir sempre a Sua missão, o Senhor estava constantemente em comunhão com o Pai:
E, despedida a multidão, subiu ao monte para orar à parte. E, chegada já a tarde, estava ali só (Mt 14.23).
E, levantando-se de manhã muito cedo, estando ainda escuro, saiu, e foi para um lugar deserto, e ali orava (Mc 1.35).
E aconteceu que, naqueles dias, subiu ao monte a orar e passou a noite em oração a Deus (Lc 6.12).
Além destes períodos de consagração, o Senhor sempre agia de acordo com as regras estabelecidas pelo Pai.
Porque eu não tenho falado de mim mesmo, mas o Pai, que me enviou, ele me deu mandamento sobre o que hei de dizer e sobre o que hei de falar (Jo 12.49).
Qualquer pessoa que estiver em comunhão com o Pai, que viver uma vida de oração e agir sobre o que chamamos de princípios que norteiam a oração irá invariavelmente obter sucesso na vida.
O CASO DAS VÃS REPETIÇÕES
Os gentios-aqueles que não nasceram de novo-tentam, por todos os meios, alcançar algo de Deus. Na verdade, a maioria deles nem está interessada em saber qual é a fonte que vai lhes dar o que pedem, não se importando com o preço que terão que pagar se a fonte não for o Senhor, que não cobra nada de ninguém. É costume deles fazer repetidas orações, acompanhadas de promessas, para que o Senhor lhes dê o que por direito pertence aos que fazem Sua vontade.
É claro que o erro muitas vezes parte daqueles que são seus mestres. É comum o penitente ir ao sacerdote buscando explicação do porquê de seu sofrimento e do porquê de não conseguir o perdão, e, por conseguinte, a paz. E o sacerdote, sem o menor escrúpulo, o induz ao erro, orientando-o a fazer tantos “Pais-Nossos” ou tantas “Ave-Marias” ou quaisquer outras rezas, o que não tem valor algum. A própria oração do Pai-nosso ensinada por Jesus não é para ser “rezada” e, sim, para ser estudada e entendida. Ela é uma fórmula, um modelo de oração.
o evangélico também é comum as pessoas usarem vãs repetições. Quase sempre quando vamos orar para que o povo seja cheio do Espírito Santo, pedimos às pessoas que louvem ao Senhor Deus, e praticamente em 100% dos casos as ouvimos “louvar” a Deus, dizendo: Aleluia, aleluia, aleluia, glória, glória, glória, isto quase sempre num ritmo crescente. É claro que dar aleluias e glórias a Deus é lindo, e sempre que possível deve ser praticado, mas não como é na maioria dos casos, sem o menor sentimento.
Quando formos orar, devemos pensar bem o que estamos fazendo. As nossas palavras devem ser medidas. Devemos evitar as vãs repetições que não nos aproximam do Senhor, bem ao contrário, nos afastam dEle. Não devemos ficar “lembrando” ao Senhor que estamos sofrendo, passando por necessidades etc. Isto não quer dizer que não devemos dizer ao Senhor da nossa revolta contra a miséria, contra a doença ou contra qualquer outro infortúnio. No versículo em que o Senhor Jesus nos orienta a não usar das vãs repetições, Ele nos ensina que o Pai sabe do que precisamos, antes de nós Lho pedirmos.
Aquele que não está firmado na Palavra pode questionar, dizendo: Se Deus sabe do que precisamos, antes de Lho pedirmos, e se Ele é amor e nosso Pai e Todo-poderoso, por que Ele nos deixa sofrer?
Quem assim raciocina não conhece nada da Palavra. Pois, a Escritura nos garante que isso Ele já fez:
Visto como o seu divino poder nos deu tudo o que diz respeito à vida e piedade, pelo conhecimento daquele que nos chamou por sua glória e virtude (2 Pé 1.3).
ÚTEIS REPETIÇÕES
Se existem as vãs – inúteis – repetições é porque existem as úteis. E elas podem ser feitas? Claro que sim. Quando? Principalmente no nosso combate contra o maligno:
… resisti ao diabo, e ele fugirá de vós (Tg 4.7).
O que é resistir? É ficar curtindo o sofrimento, calado, para mostrar que temos capacidade de aceitar “A vontade de Deus”? Não, isso, além de estupidez, é desconhecimento total da nossa posição em Cristo e do que nos compete fazer, além do que a vontade do Senhor para a nossa vida será sempre o melhor.
Resistir significa: oferecer resistência, opor-se. Numa invasão, o exército do país invadido resiste com armas ao invasor. No nosso caso, que é espiritual, temos que usar as nossas palavras para fazer face aos ataques do inimigo. Devemos, neste caso, usar as úteis repetições (com bom senso) até a vitória se concretizar.
O próprio Jesus usou úteis repetições na libertação do homem que vivia nu, tomado por demônios, na terra dos gadarenos:
E, clamando com grande voz, disse: Que tenho eu contigo, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Conjuro-te por Deus que não me atormentes. (Porque lhe dizia: Sai deste homem, espírito imundo) (Mc 5.7,8).
Milhares de pessoas em todo o mundo têm abandonado os seus empregos, casas e famílias para se dedicar a um trabalho que julgam ser a obra de Deus. Será que realmente estão certos? O que fazem é a obra de Deus?
Temos no catolicismo aqueles que abandonaram tudo, e, em alguns casos, até mesmo o convívio com a sociedade, para “servir” a Deus enclausurados em um convento. O mesmo acontece no budismo.
Também podemos citar o caso de rapazes e moças que resolvem fazer o voto do celibato, e, apesar de suas naturezas clamarem pelo relacionamento do casamento, negam a si mesmos este desejo e direito por pensarem que isto é fazer a obra de Deus.
No meio evangélico encontramos algo parecido, desde a proibição de cortar cabelos, feita às mulheres, até longos períodos de jejum, que alguns observam também julgando estar, desse modo, realizando a obra de Deus.
Para o Senhor Jesus, realizar a obra de Deus era a Sua missão. A ela devotava a Sua vida, Se consagrava, viajava, e usava todo o potencial que o Pai havia lhe dado na consecução da mesma.
Nós também temos que realizá-la. O que então devemos fazer para que ela seja realizada? É o que veremos nesta lição.
Podemos ver, pelo que Jesus fez, que a realização da obra de Deus começa por uma submissão ao Pai e continua por colocar a Sua Palavra em ação. E, de uma coisa podemos estar certos: se não fizermos a obra de Deus, ela não será feita.
O Senhor Jesus nos deu o exemplo e nos ensinou como realizar a obra de Deus. Também mostrou o significado de tal realização, o qual é a resposta à pergunta que se faz em todo o mundo sobre o que fazer para realizar a obra do Senhor.
Que, a partir de hoje, você seja um realizador de tal obra, é a minha oração.
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Entre aqueles que se declaram cristãos é grande o número de pessoas que vivem mal, constituindo-se num péssimo exemplo para o Evangelho; pois, como alguém poderá dar crédito à promessa de vida abundante trazida por Jesus, se aqueles que garantem que vivem debaixo de Sua graça demonstram que a vida abundante não é real. Ela é ou não é real? Pelas promessas bíblicas, sim; pelo viver de muitos, parece que não.
De quem é a culpa? Às vezes a culpa é da própria pessoa. Ela vive desleixadamente sem querer aprender o que a Palavra fala sobre a sua posição em Cristo, não assumindo os seus direitos como membro da família do Senhor.
A culpa pode cair também sobre os pregadores que não ensinam a Verdade (muitos ensinam teologia). Devemos aceitar, ainda, que a culpa pode estar em alguns casos nas pessoas que fizeram as traduções das Sagradas Escrituras. Se bem que temos que reconhecer que eles tentaram fazer o melhor e, de modo geral, foram felizes na obra que realizaram.
Mas, muitos pontos importantes foram traduzidos de um modo meio torcido, e por isso bênçãos têm sido perdidas. É o caso de João 14.13, que já temos estudado bastante neste Curso Fé, em que foi traduzido da seguinte maneira: E tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei. Segundo esta tradução qualquer um pode se convencer de que basta pedir a bênção que ela lhe seja concedida. Mas, a verdade é bem outra: conhecemos muitos que vivem pedindo e nada recebem. A razão é que Jesus não falou pedir no sentido que nós conhecemos por pedir e sim determinar, exigir, mandar,
Também é o caso da cura do cego registrada em João 9. Os versículos 3 e 4 foram traduzidos deste modo:
Jesus respondeu: Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus. Convém que eu faça as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar.
Se esta tradução fosse correia poderíamos acreditar que existem pessoas que .nascem cegas, aleijadas e que passam a vida sofrendo para que algum dia nelas se manifestem as obras de Deus. Seguindo este raciocínio, alguém poderia argumentar que Deus não é amor; pois, Ele permite que pessoas nasçam defeituosas e vivam sofrendo, sendo privadas da visão, audição, voz e de outras funções só para que algum dia elas venham a ser curadas e Ele receba a glória. Isto não parece esquisito? Isto é horrível! Este não pode ser o caráter do nosso Deus.
O EXEMPLO DE JESUS
Quando Jesus esteve aqui no mundo, curou a todos. Ele nunca aprovou o sofrimento, nem disse a ninguém que Deus queria que ele sofresse. Nesta passagem da cura do cego, Ele não falou que o homem nascera deste modo para que o Senhor Deus algum dia viesse a receber glórias pela sua cura.
Como sabemos, o Novo Testamento foi escrito na língua grega, e o grego daquela época não conhecia os sinais de pontuação como hoje nós conhecemos. Também João, ao escrever o seu Evangelho, não o dividiu em capítulos e versículos, ele o escreveu como uma carta. Atribui-se ao cardeal Hugo, falecido em 1263, ou a Stephen Langton, falecido em 1228, a divisão da Bíblia em capítulos. A divisão em versículos foi obra de Robert Steves em 1551. A tradução deste trecho teria sido melhor se tivesse sido feita deste modo:
Respondeu Jesus: Nem ele pecou, nem seus pais. Mas para que a obra de Deus seja realizada, é necessário que façamos a obra daquele que me enviou, enquanto é dia: a noite vem, quando ninguém pode trabalhar.
Há uma tradução da Bíblia, feita mediante a versão francesa dos monges beneditinos de Maredsous (Bélgica), que se aproxima deste nosso entendimento. Ela diz:
Como é diferente, não é verdade? Quantos milhões de criaturas têm sofrido desnecessariamente durante anos, porque pensavam que os seus sofrimentos lhes foram dados para que um dia as obras de Deus nelas se manifestassem e Deus recebesse a glória.
Os discípulos perguntaram: Quem pecou: este ou os seus pais para que nascesse cego? A pergunta que fizeram é bastante esquisita. Como poderia ter ele pecado antes de nascer? E, Jesus, respeitando o raciocínio deles lhes diz: Nem ele pecou, nem os seus pais. A pergunta foi respondida; porém, sobre a causa real do sofrimento, Jesus não falou nada. Talvez porque a Escritura já falara, em outras partes, que a causa de todo mal é o pecado de Adão. Porém, aproveitando a ocasião, o Senhor deu uma grande revelação: Mas para que a obra de Deus nele se manifeste, é necessário que façamos a obra daquele que me enviou.
Era Jesus, o homem, quem deveria fazer as obras de Deus. Se Ele não as fizesse, elas não seriam feitas. Durante anos, aquele cego e outros doentes sofreram, porque ninguém fazia as obras de Deus. O mesmo é verdade hoje, milhões estão sofrendo porque a obra de Deus não está sendo feita. Alguém pode sofrer durante anos mesmo sendo membro da melhor igreja: se ele não fizer a obra de Deus em sua vida, isto é, não repreender o mal, não exigir a saída das doenças e o fim do sofrimento, nada será feito.
É necessário que façamos a obra dAquele que nos enviou enquanto é dia. Para isso, recebemos essa missão do Senhor Jesus.
Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado. E estes sinais seguirão aos que crerem; em meu nome, expulsarão os demônios; falarão novas línguas; pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e imporão as mãos sobre os enfermos e os curarão (Mc 16.15-18).
Quando saíram para fazer a obra de Deus, veja o que aconteceu: E eles, tendo partido, pregaram por todas as partes, cooperando com eles o Senhor e confirmando a palavra com os sinais que se seguiram. Amém! (Mc 16.20).
Acorde, meu irmão! Já fomos enviados. Temos uma missão. Devemos fazê-la já, a partir de agora.
O SIGNIFICADO DE REALIZAR A OBRA DE DEUS
Somos nós que realizamos a obra de Deus. Mas o que realmente significa realizar a obra de Deus? Para as pessoas que procuraram o Senhor Jesus e indagaram dEle o que era realizar a obra de Deus, Ele foi claro:
E, achando-o no outro lado do mar, disseram-lhe: Rabi, quando chegaste aqui? Jesus respondeu e disse-lhes: Na verdade, na verdade vos digo que me buscais não pêlos sinais que vistes, mas porque comestes do pão e vos saciastes. Trabalhai não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do Homem vos dará, porque a este o Pai, Deus, o selou. Disseram-lhe, pois: Que faremos para executarmos as obras de Deus? Jesus respondeu e disse-lhes:
A obra de Deus é esta: que creiais naquele que por ele enviou (Jo 6.25-29).
Vimos que eles procuraram Jesus porque não queriam ter trabalho para conseguir o sustento material, pois de cinco pães de cevada e dois peixinhos – um lanche de um menino, Ele fez uma multiplicação que alimentou quase 5000 homens, além das mulheres e crianças. Agora seria fácil, no raciocínio deles; quando tivessem qualquer necessidade, Ele prontamente faria o milagre.
Jesus, então, lhes adverte que deveriam trabalhar pela comida que permaneceria para a vida eterna, a qual Ele – Jesus, lhes daria. Entenderam eles que precisavam fazer algo e foram direto ao assunto, perguntando o que seria necessário para realizar as obras de Deus. Jesus lhes informou que não são as obras de Deus que temos que realizar e, sim, a obra de Deus, a qual é crer nAquele que por Ele foi enviado.
HOJE, MESMA PERGUNTA – MESMA RESPOSTA
Esta pergunta formulada ao Senhor Jesus é ouvida em todas as partes, e a resposta é a mesma: Que creiais naquele que por Ele foi enviado. Mas o que é crer nAquele que por Ele foi enviado? Muitas pessoas garantem com a boca cheia que crêem nAquele que Deus enviou, e quando lhes perguntam quem foi que Deus enviou, respondem logo: “Jesus”.
De certo modo elas estão certas. Mas, a verdade é que Deus não enviou Jesus propriamente, Deus enviou a Sua Palavra;
Ela encarnou-Se e nasceu Jesus. É certo que Jesus e a Palavra de Deus são a mesma pessoa. Mas, é preciso que se entenda a diferença, pois muitos garantem que crêem em Jesus, mas não vivem de acordo com a Palavra. Eles na verdade se enganam. Quem, de fato, crê no Senhor Jesus pratica a Palavra de Deus.
Então, o que você fará a partir de agora? Se você não fizer a obra de Deus, ela não será feita. O que você diz? Você vai fazer a obra do Senhor?
Se você está doente ou com qualquer problema, pare de ficar pedindo a todo mundo que ore por você e que lhe ajude a conseguir algo de Deus. Decida agora mesmo a fazer a obra dEle. Torne-se num filho obediente, um praticante da Palavra.
Nós estamos aqui para te ajudar, através da palavra de Deus.
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